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O que o Outubro Rosa pode fazer por você?

Um mês inteiro dedicado para conscientização e prevenção do câncer de mama


01/10/2021 06:00

O câncer de mama é responsável por quase um quarto dos casos de câncer em mulheres e é a neoplasia que mais mata mulheres no mundo
Outubro Rosa: campanha de conscientização sobre o câncer de mama (foto: Marijana1/Pixabay)

Nem tudo é crise e nem tudo é COVID-19. Seguindo o calendário de conscientização de saúde, iniciamos hoje, dia 1º de outubro, a campanha do Outubro Rosa. O objetivo principal é alertar para a prevenção do câncer de mama, através do engajamento da população para a prevenção, rastreio e tratamento adequado contra essa doença, que é responsável por quase um quarto dos casos de câncer em mulheres e a neoplasia que mais mata mulheres no mundo.

O câncer de mama está na lista de doenças que recebem rastreio, ou seja, em determinadas situações a equipe médica pode solicitar exames que são necessários para antecipar os diagnósticos, prevenção e tratamentos, mesmo sem sintomas.

Alguns sinais podem nos deixar ainda mais atentos para adiantar os exames de controle de prevenção: na mama caroço, mudança de cor, mudança de aspecto - como se parecer com a casca de laranja, saída espontânea de líquido e nódulos em pescoço e axilas.

O câncer de mama é multifatorial e está associado a envelhecimento, histórico familiar, consumo de álcool, excesso de peso e atividade física insuficiente, além de exposição à radiação ionizante. Outros fatores interessantes que devem ser observados nas mulheres:

- Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos

- Não ter filhos Primeira gravidez após os 30 anos
- Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos
- Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona)
- Ter feito terapia de reposição hormonal (estrogênio-progesterona), principalmente por mais de cinco anos

Hereditários/Genéticos

- Histórico familiar de câncer de ovário; de câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos; e caso de câncer de mama em homem
- Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2

Os dados são retirados das campanhas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e das campanhas do Ministério da Saúde.

Como sempre reforçamos nesta coluna, não existe uma receita de bolo para o check-up, mas sim um bom acompanhamento médico para realizar os exames adequados em cada fase da vida.

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