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Estado de Minas MERCADO S/A

Na pandemia, Prevent Senior foi uma das operadoras que mais cresceu

Desde o início da pandemia, o número de associados aumentou 14,5%, enquanto o mercado de planos individuais ficou no zero a zero no período


29/09/2021 04:00 - atualizado 29/09/2021 07:43

No primeiro semestre, a operadora faturou R$ 2,4 bilhões, alta de 23,6% sobre o mesmo período do ano passado
No primeiro semestre, a operadora faturou R$ 2,4 bilhões, alta de 23,6% sobre o mesmo período do ano passado (foto: Bruno Rocha/Enquadrar/Estadão Conteúdo)
Os 542 mil usuários da operadora de saúde Prevent Senior vivem um dilema. As denúncias contra a empresa, que está sendo acusada de alterar prontuários e distribuir medicamentos sem eficácia comprovada, deixaram muitos deles inseguros para continuar assinando o plano, mas o problema é que não há muitas opções disponíveis na praça.

Em geral, os preços da Prevent custam 40% menos que a média dos rivais, o que representa um atrativo inquestionável para uma parcela da população. Não à toa, a companhia cresce mais do que a concorrência.

Desde o início da pandemia, o número de associados aumentou 14,5%, enquanto o mercado de planos individuais ficou no zero a zero.

No primeiro semestre, a operadora faturou R$ 2,4 bilhões, alta de 23,6% sobre o mesmo período do ano passado. Por enquanto, a Prevent não detectou um volume expressivo de cancelamentos, até porque não é simples trocar o plano de saúde do dia para a noite.

Tempos difíceis para os investidores

A bolsa brasileira continua seguindo seu caminho ladeira abaixo. Ontem, foi mais um dia de sangria no desempenho das ações, e está cada vez mais claro para o mercado financeiro que o governo Bolsonaro é um fator permanente de instabilidade que continuará afetando a cotação dos papéis. Ademais, também é evidente que o principal interesse da atual gestão é a reeleição, e não a condução econômica – o que, reconheça-se, não ajuda em nada o país. Os investidores terão tempos difíceis pela frente.


''O Brasil é um dos mais difíceis mercados do mundo por causa de sua alta volatilidade e imprevisibilidade. Na Europa, posso prever quantos caminhões vamos vender em 2024. No Brasil, não sei como será janeiro próximo''

Karin Radström, presidente mundial da Mercedes-Benz Trucks


Latam reassume liderança do mercado brasileiro

A Latam reassumiu a liderança do mercado doméstico brasileiro em agosto, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A empresa deteve 35,3% de participação no período, à frente da Azul (34,5%) e da Gol (29,7%). É surpreendente a velocidade de recuperação da companhia. Em abril, ela havia transportado 700 passageiros, tanto em voos nacionais quanto internacionais. Em agosto, o número saltou para 1,8 milhão. A expectativa é recuperar os níveis pré-pandemia no início de 2022.

70%

Dos consumidores brasileiros duvidam das promessas feitas pelas marcas corporativas, segundo estudo da consultoria Havas. Trata-se do maior nível de desconfiança desde 2002

Morgan Stanley não vê risco de racionamento

O banco americano Morgan Stanley produziu um extenso relatório sobre o Brasil após dialogar com 32 clientes durante visita recente ao país. A boa notícia: a instituição acredita que não haverá racionamento de energia em 2021. A má: apagões são uma possibilidade real no quarto trimestre, já que os reservatórios hidrelétricos deverão atingir seu nível mais baixo em novembro, pouco antes do início do período chuvoso sazonal de dezembro a março. Conclusão: o cenário é difícil, mas não trágico.

Rapidinhas

A Secretaria da Receita Federal autuou em R$ 2,06 bilhões a trading VA&E. Segundo a Receita, a empresa, sediada em São Paulo, teria usado a Petrozil Distribuidora de Combustíveis, de Goiás, para importar derivados de petróleo sem recolher tributos, operação conhecida no mercado de combustíveis como “barriga de aluguel”.

O agro não para. A Ihara, empresa de defensivos agrícolas, espera faturar R$ 4 bilhões em 2021. No ano passado, foram R$ 3 bilhões. O crescimento é resultado de uma série de investimentos. No ano passado, a empresa desembolsou R$ 76 milhões para, entre outras iniciativas, lançar produtos, modernizar a planta de Sorocaba (SP) e inaugurar novas unidades.

A Ford vai construir, ao custo de US$ 12,6 bilhões, três fábricas de baterias para veículos elétricos nos Estados Unidos. A expectativa é que elas estejam prontas até 2025 e gerem 10,8 mil empregos. Segundo a montadora, em uma década, 50% de suas vendas em território americano serão de carros elétricos.

Em tempos de combustível caro, a tradicional pesquisa do Inmetro sobre os carros mais econômicos do Brasil ganha relevância. O estudo, que avaliou quase mil modelos de 35 marcas do mercado brasileiro, apontou o Chevrolet Onix Plus LT como o líder do ranking, à frente do Renault Kwid Life e do Chevrolet Onix 1.0
 

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