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Estado de Minas MERCADO S/A

Fiat lança serviço de aluguel de carros no Brasil

Mudanças da sociedade impulsionam o segmento: para as novas gerações, a felicidade não está necessariamente associada ao patrimônio


14/12/2020 04:00 - atualizado 14/12/2020 07:10

Fiat lança serviço de aluguel de carros. Veículos podem ser alugados por períodos que variam de um a três anos(foto: Léo Lara/FCA/Divulgação)
Fiat lança serviço de aluguel de carros. Veículos podem ser alugados por períodos que variam de um a três anos (foto: Léo Lara/FCA/Divulgação)

O mercado de carros por assinatura não para de crescer no Brasil. Depois de Toyota, Volkswagen e Audi lançarem programas de aluguel de veículos no país, agora a Fiat decidiu investir na iniciativa. No próximo dia 15 de janeiro, a empresa apresenta o Flua!, que negociará carros das marcas Fiat e Jeep.

Os veículos podem ser alugados por períodos que variam de um a três anos. Nesse modelo, toda a burocracia, como impostos, revisões e seguros, fica com a empresa – o motorista apenas usa o carro. Diversos fatores contribuem para a explosão do serviço.

As próprias mudanças da sociedade impulsionam o segmento: para as novas gerações, a felicidade não está necessariamente associada ao patrimônio (carro grande, apartamento, casa na praia), mas a conquistas individuais (o domínio de uma língua estrangeira, uma viagem, a realização de um curso). Nesse contexto, comprar um veículo já não é um desejo tão intenso quanto foi tempos atrás.

Lufthansa mantém confiança no Brasil

A companhia aérea alemã Lufthansa está otimista com a recuperação após a pandemia de COVID-19(foto: Christof STACHE/AFP - 25/6/20)
A companhia aérea alemã Lufthansa está otimista com a recuperação após a pandemia de COVID-19 (foto: Christof STACHE/AFP - 25/6/20)

Uma decisão tomada pela companhia aérea alemã Lufthansa mostra a importância do mercado brasileiro para a empresa. Na pandemia, a rota entre o Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, e o de Frankfurt, na Alemanha, foi uma das únicas intercontinentais que operou sem interrupção. A Lufthansa está otimista com a recuperação. Em dezembro e janeiro, a empresa retomará 50% da oferta que tinha no mesmo período de 2019. “O pior já passou”, diz Tom Maes, diretor de vendas para a América do Sul.

Podcast vira negócio de US$ 1 bilhão

O mercado de podcasts, ao contrário de outras novidades tecnológicas, demorou para deslanchar. Criado em 2004, ele nunca foi uma fonte valiosa de receitas para as empresas do setor. Agora isso mudou. Segundo estudo da consultoria Deloitte, o segmento movimentará US$ 1,2 bilhão em 2020. Há 7 anos, os negócios do ramo somavam apenas US$ 45 milhões. O formato ganhou fôlego graças à variedade de opções. Há podcasts sobre tudo: política, economia, culinária, astrologia, sexo, entre outros temas.

Bares e restaurantes ainda sofrem

Indústrias e empresários lançaram movimento em prol da recuperação de bares e restaurantes(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Indústrias e empresários lançaram movimento em prol da recuperação de bares e restaurantes (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

A Diageo, dona de marcas como Johnnie Walker, Smirnoff e Ypióca, lançou um movimento em prol da recuperação de bares e restaurantes. No manifesto, assinado por 400 estabelecimentos e 24 entidades do segmento, as empresas se comprometem a adotar protocolos eficazes contra o coronavírus. Segundo a Abrasel, a associação do setor, a situação continua crítica. Em setembro, mesmo com a reabertura na maioria das cidades brasileiras, 53% dos bares e restaurantes operaram com prejuízo.

Rapidinhas

  • A vegetação impactada pelo rompimento da Barragem B1, em Brumadinho, está recebendo uma contribuição importante da tecnologia. Mudas que levariam 8 anos para florescer devem iniciar o processo entre 6 e 12 meses. A técnica foi desenvolvida pela Universidade Federal de Viçosa e é usada pela primeira vez no Brasil.

  • O ano não foi de todo ruim para os shoppings. Apesar do fechamento das lojas e da redução nas vendas, o ticket médio gasto pelos consumidores aumentou na comparação com 2019, segundo estudo realizado pela Abrasce, a associação do setor. O destaque foi junho, quando o ticket médio disparou 59,4% em relação ao mesmo mês do ano passado.

  • O mercado de capitais brasileiro mudou nos últimos anos. Em 2004, quando as aberturas de capital ganharam fôlego no país, os estrangeiros responderam por 64% de tudo o que foi movimentado na Bolsa. Em 2020, a participação caiu para 24%. Os investidores brasileiros, sejam pessoas físicas ou institucionais, estão com maior apetite.

  • A indústria farmacêutica reclama do sumiço de matérias-primas como vidro, plástico e celulose, vitais para a produção de embalagens e bulas. De acordo com a Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais, o vidro, por exemplo, está sendo estocado pelos Estados Unidos para a produção de vacinas contra COVID-19.

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