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Estado de Minas MERCADO S/A

Jovens não abandonam lojas físicas

A Geração Z gosta da experiência de comprar em lojas físicas em vez de apenas fazer negócios nos sites e aplicativos


postado em 30/07/2019 04:00


 

(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press %u2013 7/1/11 )
(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press %u2013 7/1/11 )




Quanto mais jovem, mais digital, certo? Nem sempre essa lógica é verdadeira. A Geração Z, como são chamadas as pessoas com idade entre 16 e 24 anos, gosta da experiência de comprar em lojas físicas em vez de apenas fazer negócios nos sites e aplicativos. Por mais surpreendente que a afirmação possa parecer, essa é a constatação da pesquisa Retail Reimagined da Adyen, que entrevistou consumidores de diversos países. Segundo o levantamento, no Brasil 48% dos pesquisados preferem ir pessoalmente aos pontos de venda – é o segundo maior índice do mundo, atrás apenas da Austrália. Isso explica por que grandes redes como Magazine Luiza, Casas Bahia e Ponto Frio, embora estejam ampliando investimentos no ambiente digital, ainda consideram as lojas físicas indispensáveis para o negócio. O segredo, dizem as redes, é a combinação das duas áreas – exatamente como a Amazon faz, principalmente, nos Estados Unidos.



66ª

é a posição do Brasil no ranking dos países com as empresas mais inovadoras, segundo a nova edição do Índice Global de Inovação (IGI). O Brasil caiu duas posições na lista que analisa dados de 129 nações

"Não permita que emoções e sentimentos negativos controlem 
a sua mente. A dor emocional não vem dos outros, ela é concebida 
em nosso interior”
(foto: Tiago Queiroz/AE)
(foto: Tiago Queiroz/AE)

. Carlos Slim, empresário mexicano da área de telecomunicações e quinto homem mais rico do mundo


“Sem o mercado imobiliário, não há saída para o desemprego”

O empresário Valter Patriani, cofundador da agência de turismo CVC e dono da Construtora Patriani, chegou a uma conclusão preocupante: sem incentivo à construção civil, o desemprego não vai diminuir. “Não há outro caminho para recolocar 13 milhões de pessoas no mercado de trabalho sem que haja um foco no mercado imobiliário”, afirmou. “Vagas em TI e engenharia não são para a grande maioria dos trabalhadores que estão desocupados e não têm qualificação”.


Marketing 1: “Nunca foi tão difícil fazer publicidade”

A onda reacionária na sociedade brasileira impôs novos desafios aos profissionais de marketing. “Nunca foi tão complicado fazer publicidade”, diz o diretor de uma multinacional da área de bens de consumo. “A matriz pediu que preparássemos uma propaganda focada em diversidade, mas tive de explicar que, neste momento, isso não vai funcionar.” O executivo detalha os motivos. “Os radicais das redes sociais enxergam tudo com olhos políticos e massacram o que foge dos padrões que eles defendem”.


Marketing 2: O poder do consumidor na era das redes sociais

O diretor de marketing da multinacional diz que, na era das redes sociais, o consumidor nunca foi tão poderoso. “Ele pode destruir uma reputação em questão de dias”, afirma. “A empresa onde trabalho é centenária, sobreviveu a duas guerras mundiais e enfrentou crises de todos os tipos. Posso garantir que nenhum período da história foi tão difícil quanto agora”. Há um lado positivo: “O novo consumidor obrigou as companhias a melhorar processos, produtos e serviços. É um caminho sem volta”.




rAPIDINHAS
» O agronegócio nunca falha. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o setor contribuiu com 22.702 vagas para o saldo de empregos formais gerados em junho, de um total de 48.436 postos no período. A safra recorde de grãos é a principal responsável pelo aumento da demanda por mão de obra.
 




» Será um longo caminho até o Brasil melhorar os níveis de emprego. Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) concluiu que, se aprovada a reforma da Previdência, o desemprego cairia dos atuais 12% da população para 10%. Mas isso só em 2022.



» Um dos maiores grupos médicos e hospitalares do país, o NotreDame Intermédica assinou a intenção de compra do Ghelfond Medicina Diagnóstica, rede de laboratório de análises clínicas. Segundo a empresa, o negócio vai proporcionar planos de saúde de qualidade a preços mais acessíveis, embora essa combinação nem sempre funcione.




» A Ticket Log, marca da Edenred Brasil e líder no setor de gestão de frotas, vai anunciar nos próximos dias uma parceria com o Vá de Táxi, aplicativo com 130 mil taxistas cadastrados no país. A iniciativa permitirá que usuários do cartão Ticket Car utilizem o saldo para pagar corridas no Vá de Táxi. 
 


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