5 sintomas que a frente fria pode causar no seu corpo, segundo especialistas
Queda de temperatura e umidade elevada afetam articulações, humor e bem-estar físico de quem vive na capital baiana
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Se você sentiu o corpo "reclamar" com a chegada da frente fria em Salvador nesta semana de junho de 2026, saiba que não é apenas uma impressão sua. A ciência confirma que as mudanças bruscas de temperatura, umidade e pressão atmosférica realmente mexem com o nosso organismo de maneiras que muitas vezes nem percebemos.
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Por que o tempo afeta tanto a saúde?
A resposta está na combinação de três fatores: queda de temperatura, aumento da umidade e, principalmente, a variação da pressão barométrica. Meteorologistas explicam que, quando uma frente fria chega, a pressão atmosférica cai. O corpo, acostumado a uma pressão externa constante, precisa se adaptar a essa nova realidade.
Essa adaptação pode sobrecarregar diferentes sistemas do corpo, das articulações ao sistema nervoso, causando uma série de desconfortos que podem ser facilmente confundidos com outros problemas.
A dor de cabeça da frente fria é real?
Sim, e ela tem uma explicação fisiológica. A queda na pressão barométrica pode alterar a pressão interna dos seios da face e do ouvido, causando dor. Além disso, o frio provoca a contração dos vasos sanguíneos da cabeça como uma tentativa do corpo de conservar calor. Essa vasoconstrição, seguida de uma tentativa de dilatação para normalizar o fluxo, é um gatilho conhecido para crises de enxaqueca e cefaleia tensional em pessoas predispostas.
Conheça 5 efeitos que o frio pode causar no corpo
Além da clássica dor de cabeça, a chegada de uma frente fria pode se manifestar de outras formas. Especialistas listam os sintomas mais comuns associados a essas mudanças climáticas repentinas:
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Piora de dores articulares: A mudança na pressão pode expandir e contrair fluidos e gases nos tecidos das articulações, irritando nervos e causando dor em quem já sofre de artrite ou tem lesões antigas.
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Alterações de humor e irritabilidade: A redução da exposição à luz solar, comum em dias nublados, afeta a produção de serotonina, o neurotransmissor do bem-estar, podendo levar a um humor mais depressivo ou irritadiço.
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Crises alérgicas e respiratórias: O ar mais frio e úmido é um ambiente propício para a proliferação de ácaros e mofo. Isso, somado à tendência de mantermos os ambientes fechados, pode piorar quadros de rinite, asma e outras alergias.
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Sonolência e fadiga: A tentativa do corpo de se aquecer gasta mais energia. A menor incidência de luz solar também desregula nosso relógio biológico, aumentando a produção de melatonina, o hormônio do sono, durante o dia.
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Aumento da pressão arterial: O frio contrai os vasos sanguíneos para diminuir a perda de calor, o que pode elevar temporariamente a pressão arterial. Hipertensos devem ter atenção redobrada nesses dias.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.