Por que Pattaya foi escolhida para receber a tripulação do porta-aviões USS Abraham Lincoln
Militares norte-americanos encerram missão de nove meses com folga na Tailândia; bares e restaurantes locais se preparam para o impacto
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A região de Pattaya, na Tailândia, vive um momento de intenso aquecimento econômico com a chegada de milhares de militares norte-americanos. A tripulação do porta-aviões USS Abraham Lincoln, que atracou no porto de Laem Chabang, próximo à cidade, desembarcou para uma aguardada parada de quatro dias. A visita ocorre após uma implantação recorde de mais de nove meses no mar, grande parte em operações no Oriente Médio, gerando uma alta demanda por hotéis e serviços na cidade litorânea.
O desembarque mobilizou restaurantes, bares, lojas e serviços de turismo, que se prepararam para atender à demanda gerada pelos militares em seus dias de folga. Além do USS Abraham Lincoln, outros navios de seu grupo de ataque, como o USS Frank E. Petersen Jr. e o USS Robert Smalls, também atracaram em portos próximos, ampliando o impacto na região. A presença do contingente exigiu um reforço na segurança e a implementação de regras de convivência para garantir a ordem.
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Por que os marinheiros estão em Pattaya?
A parada na Tailândia é uma "liberty port call" (escala para descanso) crucial para a tripulação. Após mais de 280 dias no mar, em uma missão estendida por tensões no Oriente Médio, a visita é essencial para o descanso, a recarga de suprimentos e, principalmente, para a saúde mental dos militares. A parada também permitiu o reencontro com familiares que viajaram ao país para vê-los.
Essas paradas estratégicas são vitais para o moral e o bem-estar da tripulação. Cidades com forte infraestrutura turística, como Pattaya, são frequentemente escolhidas para receber os militares, gerando um impacto econômico temporário, mas muito relevante para a economia local.
Qual o impacto na economia local?
A presença de milhares de militares representa uma injeção significativa de recursos na economia de Pattaya. Espera-se que os principais setores beneficiados com a visita da tripulação do USS Abraham Lincoln e dos navios acompanhantes sejam:
Hospedagem: alta na procura por hotéis e outras acomodações, com muitos estabelecimentos registrando um aumento substancial nas reservas.
Alimentação e lazer: bares, restaurantes e casas de entretenimento se preparam para um aumento expressivo no movimento, adaptando cardápios e horários.
Comércio e varejo: lojas de suvenires, roupas e eletrônicos projetam um pico de vendas durante o período de permanência dos militares.
Transporte: é esperado um crescimento na procura por serviços de táxis, aplicativos de transporte e aluguel de veículos para deslocamentos pela cidade e região.
Quais as regras impostas aos militares?
Para assegurar a ordem, são aplicadas diretrizes de conduta durante as escalas. Embora o comando naval não tenha divulgado as regras específicas para esta visita, é prática comum da Marinha dos Estados Unidos estabelecer um conjunto de orientações para os militares. As medidas visam tanto a segurança dos marinheiros quanto o respeito à cultura local.
Tradicionalmente, essas regras incluem:
Horário de circulação: definição de horários limite para a permanência dos militares nas ruas, especialmente durante a noite.
Zonas restritas: algumas áreas específicas da cidade podem ser designadas como "fora dos limites" para o pessoal da Marinha.
Padrões de conduta: orientações claras sobre comportamento público, consumo de álcool e respeito às tradições tailandesas são repassadas a toda a tripulação.
Segurança coordenada: reforço no patrulhamento em pontos estratégicos, com colaboração entre a polícia local e a polícia naval norte-americana.
O que é o porta-aviões USS Abraham Lincoln?
O USS Abraham Lincoln (CVN-72) é um super porta-aviões de propulsão nuclear da classe Nimitz, a serviço da Marinha dos Estados Unidos. Considerado um dos maiores navios de guerra do mundo, ele pode transportar mais de 80 aeronaves de combate e uma tripulação de aproximadamente 5.000 pessoas, incluindo marinheiros, fuzileiros navais (Marines) e aviadores.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.