Brasil

De onde vem a água de BH? Conheça os reservatórios que abastecem a capital

O Sistema Paraopeba é o principal, mas não o único; entenda como funciona a captação e o tratamento da água que chega à sua torneira em Minas

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A água que chega às torneiras de Belo Horizonte e de parte da sua região metropolitana vem, majoritariamente, de um complexo de represas conhecido como Sistema Paraopeba. Gerenciado pela Copasa, ele é o pilar do abastecimento, mas não o único. Entender como essa estrutura funciona ajuda a compreender a segurança hídrica da capital mineira.

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O Sistema Paraopeba é responsável por abastecer aproximadamente 60% da população da Grande BH. Ele é formado por três grandes reservatórios que trabalham de forma integrada: Rio Manso, Vargem das Flores e Serra Azul. Juntos, eles armazenam a água que, após tratamento, é distribuída para milhões de pessoas.

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A outra fonte fundamental para a capital é o Sistema Rio das Velhas, que responde por cerca de 40% do abastecimento. Sua captação ocorre no distrito de Bela Fama, em Nova Lima. A operação integrada entre os dois sistemas é uma estratégia para dar mais estabilidade ao fornecimento, especialmente em períodos de estiagem ou de manutenção.

O caminho da água até sua casa

O processo para que a água se torne potável e chegue às residências é complexo e segue um rigoroso controle de qualidade. Tudo começa com a captação da água bruta diretamente dos rios e represas. De lá, ela é bombeada para as Estações de Tratamento de Água (ETAs), onde passa por diversas fases para a remoção de impurezas.

Nas estações, a água recebe produtos químicos para aglutinar a sujeira, passa por tanques de decantação, filtros e, por fim, é desinfetada com cloro. Somente após todos esses processos e análises laboratoriais, que atestam sua qualidade, ela é liberada na rede de distribuição para o consumo da população.

A Copasa monitora constantemente os níveis dos reservatórios por meio de seu Centro de Operação de Sistemas (COS), que acompanha em tempo real a situação hídrica da região. Essa gestão é crucial para planejar o uso dos recursos e assegurar que não falte água, mesmo diante de desafios climáticos.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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