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Estudo mostra que 72% dos latinos jogam videogame

Levantamento indica que 72% da população latino-americana joga e acompanha tendências do setor

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A Pesquisa Game Brasil apresentou, nesta quinta-feira (1º/5), durante a gamescom latam 2026, em São Paulo, o estudo PGB Latam 2026, que analisa hábitos, perfil e consumo de jogos digitais na América Latina. O levantamento ouviu 7.202 pessoas de Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru e mostra como os games fazem parte da rotina da região. 

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Em entrevista exclusiva ao podcast Glitch Clube, do Estado de Minas, apresentado pelo jornalista Leo Lima, os responsáveis pela pesquisa explicaram que o objetivo é ampliar a leitura do mercado além do Brasil. “A gente está sempre com o desafio de observar esse comportamento de consumo olhando a ótica do consumidor”, afirmou o CEO da GoGamers, Carlos Silva.

Um dos principais destaques do estudo é o alcance dos jogos na região. Segundo os dados, 72% da população latino-americana tem o hábito de jogar. “Isso mostra que não é um consumo de nicho. Está presente no dia a dia das pessoas”, disse o pesquisador Mauro Berimbau.

O levantamento também aponta que a geração Z já representa quase metade dos jogadores, com 47,5%, consolidando uma tendência observada nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o estudo reforça que o público é diverso e não se limita aos jovens. “Tem pessoas de 30, 40, 50 anos consumindo games. Isso já faz parte da cultura”, completou Berimbau. 

No uso de plataformas, o celular segue como principal meio de acesso, mas PC e consoles cresceram em 2026. A preferência por consoles chegou a 19,5%, enquanto o PC atingiu 17,5%. “Existe um volume enorme no mobile, mas também vemos espaço para outras plataformas crescerem”, explicou o pesquisador.

Outro ponto relevante é o comportamento de compra. A pesquisa mostra que os jogadores estão mais cautelosos e esperam promoções. “25,8% compram menos no lançamento e preferem aguardar descontos”, disse Carlos Silva. Apenas 17,5% adquirem jogos no lançamento, geralmente quando há benefícios adicionais.

A inteligência artificial aparece como tema de atenção. Parte dos jogadores demonstra preocupação com impactos no mercado de trabalho e na qualidade dos jogos. Ainda assim, há abertura para consumo. “Não é um sim ou não. Depende de como a IA é usada”, explicou Berimbau. Segundo ele, 25,7% comprariam jogos feitos com IA e 48,8% considerariam a possibilidade.

 

Durante a entrevista, os porta-vozes também destacaram o papel cultural dos games e sua influência em outros setores. “Como agente cultural, os jogos impactam diversas áreas, inclusive turismo e entretenimento”, afirmou Silva.

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Como conclusão, os representantes da pesquisa reforçam que o mercado latino-americano já está consolidado e deve ganhar mais atenção da indústria global. “A América Latina já consome, já tem interesse. O próximo passo é ter mais produtos direcionados para esse público”, finalizou Mauro.

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