Planalto quer usar ‘caso Lulinha’ como ativo de campanha

CPMI não conseguiu aprovar pedido de indiciamento do filho do presidente

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Mesmo com a base governista comemorando o sepultamento da CPMI do INSS, persiste no Palácio do Planalto um esforço para sair da defensiva e transformar o caso Lulinha em ativo eleitoral.

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A estratégia é sustentar a narrativa de que Lula não “passa a mão na cabeça do filho”, em contraste com Jair Bolsonaro no episódio das rachadinhas envolvendo Flávio Bolsonaro.

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O presidente do PT, Edinho Silva, e o próprio Lula já deram declarações públicas na linha de que, havendo irregularidades, o filho do presidente deve responder por elas.

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