SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A campanha do presidente Lula (PT) levou aos estúdios da Globo Cristiane Gomes da Silva, mãe da menina Ana Clara Gomes Machado, morta por um policial militar defendido na Justiça por Flávio Bolsonaro.

Quando já era senador, Flávio atuou no caso, representando o policial militar Bruno Dias Delaroli. Ana Clara, 5, foi atingida pelo disparo quando brincava na frente de casa com o irmão de 2 anos, na comunidade do Monan Pequeno, em Niterói (RJ), em 2 de fevereiro de 2021. Ela morreu no Hospital Estadual Azevedo Lima.

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O caso tem sido utilizado pela campanha do petista. No debate da Band, no último dia 18, Flávio defendeu sua atuação como advogado. "Você não pode criminalizar a advocacia, Lula", afirmou. O ministro André Mendonça, do TSE, vetou o impulsionamento de publicações no Facebook e no Instagram que afirmavam que o senador "defendeu assassino de criança".

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