Com Cleitinho, Alcolumbre anuncia votação da PEC do fim da escala 6x1
Presidente do Senado elogiou "posições conscientes" do governador eleito de Minas ao informar que incluiu na pauta da próxima semana a votação da proposta de emenda à constituição
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta sexta-feira que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 será submetida aos senadores na próxima semana e deve ir a plenário para votação na quarta-feira (14/10). A confirmação foi feita ao lado de Cleitinho, governador eleito de Minas Gerais, e divulgada pelo senador do Republicanos em suas redes sociais.
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“Acompanhei as posições conscientes do senador Cleitinho desde o início das discussões, a todo instante ele se manifestava a favor desta pauta”, afirmou Alcolumbre. “A proposta vai para a deliberação do plenário do Senado como você sempre quis”, destacou o presidente do Senado. Ele também cumprimentou o político de Divinópolis pela eleição para o governo de Minas no último domingo: “Você foi escolhido pelo povo mineiro para liderar o destino de Minas Gerais”.
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“Sempre lutei por isso desde que me tornei senador. Quem ganha com isso é o trabalhador”, afirmou Cleitinho. “Pode ter certeza que a gente vai te dar dignidade, passar para a escala 5x2 para você ter mais uma folga, que é mais do que justa para vocês”, disse o senador do Republicanos.
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A escala 6x1 é adotada em diferentes setores da economia e há anos provoca discussões sobre saúde, descanso e equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Os defensores do seu encerramento sustentam que jornadas com períodos maiores de repouso podem melhorar a qualidade de vida e reduzir o desgaste físico e emocional. Do outro lado, empresas e representantes de atividades que funcionam continuamente costumam cobrar regras de transição e segurança jurídica para reorganizar turnos sem comprometer a prestação dos serviços.
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Por se tratar de uma PEC, a matéria precisará obedecer ao rito especial reservado às mudanças constitucionais. Para ser aprovada, precisa ter ao menos votos favoráveis de, ao menos, 49 senadores nas duas votações. O governo Lula tem mobilizado a sua base para garantir a aprovação antes do segundo turno das eleições.