O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) anunciou nesta quinta-feira (24/9) que fará uma manifestação em frente à sede da TV Globo, no Rio de Janeiro. Ele afirma que foi boicotado ao ficar de ficar de fora do debate presidencial promovido pela emissora.

Em vídeo divulgado em nas redes sociais, Santos classificou o episódio como um “desconvite”. Ele afirmou que o ato que já planejava realizar na cidade será transformado em um protesto contra o canal.

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“A minha resposta para a Rede Globo é: nosso ato que acontecer no Rio será uma manifestação em frente à Rede Globo. Vamos nos manifestar, vamos fazer barulho porque nossa voz precisa ser ouvida", declarou.

A Globo convidou para o debate, agendado para 1º de outubro, os seguintes candidatos: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). O evento será mantido mesmo com as possíveis ausências de Lula e Flávio.

Segundo Renan Santos, a justificativa da emissora para a escolha dos participantes se baseou em critérios do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Na última eleição, convidaram sete candidatos, é isso mesmo, sete candidatos. Agora resolveram por quatro e me tiraram disso”, lamentou.

Ele afirma ser o único presidenciável sem envolvimento nos casos do Banco Master e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O candidato ainda atacou Lula e Flávio Bolsonaro e disse que ambos estão "envolvidos nos piores escândalos de corrupção".

“Nosso ato que acontecerá no Rio de Janeiro será uma manifestação em frente à Rede Globo. Vamos nos manifestar, vamos fazer barulho, porque nossa voz precisa ser ouvida. O Brasil não pode simplesmente caminhar para o Lula, que é um quadrilheiro, ou o senhor Flávio Bolsonaro, que é outro quadrilheiro, que estão envolvidos nos piores esquemas de corrupção, entregando o Brasil para a China e o outro entregando para os Estados Unidos, e achar isso bonito”, criticou.

Santos também mencionou as dificuldades que enfrenta durante a campanha, como restrições em suas redes sociais e ações do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele afirmou que percorre o Brasil de ônibus e que realiza "os maiores eventos de campanha dentre todos os candidatos". Ao final do vídeo, o candidato garantiu que continuará na disputa independentemente da participação no debate.

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“Ou a gente se rebela, ou a gente se revolta — e a Globo sempre esteve do lado errado da história —, ou nós seremos escravos. Da minha parte, eu não sou escravo. Eu aguardo você para essa rebelião. Vamos para cima de todos eles. É isso que você quer, é isso que eu quero, e nós não vamos parar. A nossa turnê continua, a nossa campanha continua, ninguém vai colocar a gente de joelhos, e a Globo que nos aguarde. Lá na frente, vocês vão ver o meu nome com ou sem participação no debate”, finalizou.

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