O governador e candidato à reeleição em Minas, Mateus Simões (PSD), criticou depois do debate da Record Minas, nesta segunda-feira (21/9), os adversários que não compareceram. Simões e Gabriel Azevedo (MDB) foram os únicos dos seis convidados a ir ao estúdio. Faltaram Cleitinho Azevedo (Republicanos), Alexandre Kalil (PDT), Patrus Ananias (PT) e Flávio Roscoe (PL).

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"Onde é que eles estavam?"

Perguntado sobre o clima com Gabriel e sobre as críticas feitas aos ausentes, Simões afirmou que se pergunta onde estavam os outros candidatos:

"Eu fico me perguntando onde é que eles estavam, porque o debate era aqui. Não é na cama nem no sofá, onde eles estão neste momento. E o mineiro precisa entender o que está acontecendo. Nós estávamos com mais de dois milhões de pessoas acompanhando este debate."

O governador reforçou a crítica aos ausentes: "Onde é que estava o candidato que tem 30% nas pesquisas? Que não propõe nada além de gravar vídeos sobre buracos. Onde é que estava o candidato do Lula para pedir desculpa ao povo de Minas Gerais por tudo o que fizeram aqui em Minas Gerais, que destruiu o estado há oito anos?"

"Falta de compromisso com o eleitor"

Simões ressalvou o caso de Roscoe, que está internado:

"Eu compreendo não virem, porque não vêm por medo. O único que tem explicação para não ter vindo é o Flávio Roscoe, coitado, que está doente. O resto não veio por falta de compromisso com o eleitor e com o estado que pretendem administrar."

Roscoe está no Hospital Madre Teresa desde sábado (19/9) com pneumonia e testou positivo para Covid-19, segundo a campanha. A campanha de Patrus informou que ele não iria porque a desistência de metade dos candidatos que poderiam participar esvaziou o encontro. Kalil atribuiu a ausência à falta de confirmação dos adversários. Durante o debate, Simões já havia atribuído as ausências a "conveniência", e não a covardia.

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Na pesquisa

Na pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda, Cleitinho lidera com 35% no primeiro turno, seguido por Patrus (19%), Kalil e Simões (10% cada). No segundo turno, o senador aparece à frente do governador por 44% a 37%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

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