O candidato ao governo de Minas Alexandre Kalil (PDT) afirmou nesta quarta-feira (16/9) que a gestão do ex-governador Romeu Zema (Novo) “não pregou um prego na parede”. A declaração ocorreu durante sabatina do Estado de Minas, em parceria com o Portal Uai e a TV Alterosa, quando o ex-prefeito de Belo Horizonte foi questionado sobre como avaliava a administração estadual. Kalil evitou atribuir uma nota ao governo e repetiu a crítica em outro momento da entrevista, ao falar sobre a situação dos serviços públicos no estado.
“O governo Zema eu já dei nota quatro anos atrás, né? Porque não pregou um prego na parede”, disparou. A crítica à gestão estadual também apareceu em outro momento da sabatina.
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Questionado sobre os efeitos da polarização nacional em um eventual segundo turno contra Cleitinho Azevedo (Republicanos), Kalil argumentou que a escolha do governador deveria considerar a situação dos serviços públicos nos municípios. “Eu acho que ela pode polarizar nacionalmente. Agora, cada município que vai votar no governador tem que pensar na sua vida, como ela está e como ela pode ficar”, declarou.
Kalil disse confiar que os eleitores irão observar áreas como saúde, infraestrutura e limpeza urbana e comparar a situação dos serviços públicos antes de definir o voto.
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“Eu estou confiando muito nisso. Que a família vai sentar na mesa e falar assim: ‘Vamos ligar para alguém lá em Belo Horizonte e saber como era a saúde no tempo do Kalil, como era a limpeza da cidade no tempo do Kalil, como era o asfalto, se a gente caía em buraco no tempo do Kalil’. É nisso que eu estou confiando”, projetou.
Na sequência, o candidato voltou a recorrer à metáfora do “prego na parede” ao falar sobre postos de saúde e estradas. “Eles vão chegar e falar assim: ‘Como está a nossa vida aqui? Como está nosso posto de saúde, nossa estrada?’. Porque o que está acontecendo, é o que eu falei: eles não bateram um prego numa parede”, declarou.
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Apesar de concentrar as críticas na administração atual, Kalil também atribuiu parte dos problemas de Minas a gestão de Fernando Pimentel (PT), antecessor de Zema: “O desastre começou lá com o PT e veio caminhando até aqui. Então, nós precisamos saber escolher”, afirmou.
