OPERAÇÃO BUSCAVA ARMAS E MUNIÇÕES

Carlos após ação da PF na casa de Bolsonaro: ‘Parem de torturar meu pai’

Filho do ex-presidente critica nova ação da Polícia Federal e compara tratamento dado ao pai ao de aliados do presidente Lula

Publicidade
Carregando...

O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) reagiu à operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF) na residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar, em Brasília (DF). Em publicação nas redes sociais na manhã desta quarta-feira (8/7), ele disse que o pai é alvo de "perseguição", "injustiça" e "tortura".

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

"Meu Deus do céu... Por favor, parem de torturar meu pai. Ninguém aguenta mais tanta perseguição, injustiça e tortura", escreveu Carlos na rede social X (antigo Twitter).

Na mesma publicação, o filho do ex-presidente comparou a situação de Bolsonaro ao tratamento dado a aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Enquanto isso, o filho do Lula, o Lula e os chefes da facção não sofrem nenhuma cosquinha frente a todos os escândalos financeiramente revelados diariamente", escreveu.

A declaração faz referência às investigações que envolvem o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho mais velho do presidente Lula, no escândalo do INSS. O nome de Lulinha foi citado no âmbito da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura irregularidades em repasses.

Embora não tenha sido alvo da operação, um ex-funcionário de um dos investigados afirmou, em depoimento, que ele receberia valores mensais de um dos supostos articuladores do esquema, conhecido como "Careca do INSS".

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Operação da PF

A manifestação ocorreu após a Polícia Federal cumprir um mandado de busca e apreensão nesta quarta-feira (8/7), na casa onde Bolsonaro está em prisão domiciliar. Segundo a defesa do ex-presidente, os agentes procuravam armas de fogo, munições, acessórios e documentos de registro, mas nenhum dos itens foi localizado. O mandado foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no contexto das determinações para o recolhimento das armas registradas em nome de Bolsonaro.

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay