ELEIÇÕES 2026

Kalil é o plano B do PT em MG caso Pacheco não seja candidato

O movimento nasce em meio à suspeita de participação de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no acordo que culminou na rejeição ao nome de Jorge Messias para o STF

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FOLHAPRESS - Após derrota no Senado, a cúpula do PT vai procurar o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) na tentativa de construção de um palanque para o presidente Lula em Minas Gerais.

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Com o aval do presidente, o movimento nasce em meio à suspeita de participação do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no acordo que culminou na rejeição ao nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).

 


Além disso, Pacheco tem dado sinais de que não pretende concorrer ao governo estadual.

A montagem de um palanque para Lula em Minas Gerais foi um dos assuntos do jantar que o PT promoveu em Brasília nessa segunda-feira (4/5) para arrecadar fundos. O presidente da República não participou do evento.

O presidente do PT, Edinho Silva, deverá procurar Pacheco nesta terça (5/5) para saber se está disposto a se candidatar. A ideia é entender sua disposição. A Interlocutores, Edinho disse que tomará a iniciativa por pretender ouvir o senador e por acreditar em seu potencial eleitoral.

Parte do grupo próximo de Lula avalia que Pacheco ajudou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a arregimentar os votos necessários para rejeitar a indicação de Messias na votação da semana passada, apesar dos acenos ao indicado. Isso deteriorou a relação com o senador e reforçou entre setores lulistas a impressão de que ele não será candidato.

Quando as suspeitas sobre a lealdade de Pacheco foram levadas a Lula, em reunião no Palácio da Alvorada após a derrota de Messias, o petista respondeu que ele continua sendo o candidato do grupo e que a votação no Senado não tinha relação com a campanha eleitoral.

Há dúvidas, porém, sobre a disposição da base do PT com a candidatura de Pacheco diante do desgaste causado pela rejeição de Messias.

Aliados de Pacheco veem como injusta a suspeita de que ele tenha atuado contra o governo e dizem que, pelo contrário, ele ajudou Messias. Segundo esses relatos, foi o senador quem levou o advogado-geral da União para o evento na casa de Cristiano Zanin em que ele teve a oportunidade de conversar informalmente com Alcolumbre.

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A interlocutores Pacheco afirma que mantém a disposição de concorrer em Minas, desde que sua candidatura demonstre viabilidade política e eleitoral. Mas a derrota de Messias pode abalar o processo, já que tentativas de constrangimento por parte do PT fariam o senador desistir, de acordo com seu entorno.

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