PRÉ-CANDIDATO

Flávio quer conduzir economia como Bolsonaro: ‘Reconhecido mundialmente’

Flávio foi questionado se o ex-ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, pode integrar sua equipe econômica, mas evitou cravar nomes

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência e principal nome da oposição a Lula (PT), afirmou que pretende seguir os passos do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na condução da economia.

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Em conversa com a imprensa no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (19/3), antes de um evento do grupo de empresários Lide, o parlamentar respondeu sobre como pretende organizar a gestão econômica se for eleito.

"Não vai ser surpresa para ninguém o que a gente vai propor ideias e caminhos. A gestão do presidente Bolsonaro é reconhecida mundialmente e, no pleno pós-pandemia, tivemos crescimento maior que o da China e inflação menor que a dos EUA", disse.

"Vamos encaixar as despesas no Orçamento, gastar menos do que arrecadar e reduzir impostos. A linha econômica será basicamente essa", completou.

Flávio foi questionado se o ex-ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, pode integrar sua equipe econômica, mas evitou cravar nomes. O “chicago boy” foi citado recentemente pelo senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), pré-candidato ao governo de Minas, como possível indicado para assumir a Secretaria da Fazenda mineira.

Crítica a Lula

Os posicionamentos do filho “01” de Bolsonaro vieram em meio a críticas à gestão da economia no governo Lula, principalmente medidas para tentar conter os aumentos nos combustíveis em meio à Guerra do Irã.

Flávio atacou a criação de um imposto de exportação de petróleo instituído pelo governo petista, que busca compensar a perda de receita com a desoneração do PIS e Cofins do óleo diesel.

"Ele [Lula] consegue enxergar oportunidade de aumentar imposto até numa situação de crise como essa. Ele aumenta os impostos de exportação do nosso petróleo e dos seus derivados, uma tentativa equivocada de segurar esses produtos aqui no Brasil. Mas estamos falando de contratos já assinados, demandas que não estão sendo atendidas. Não tem nenhuma lógica fazer isso", afirmou.

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O governo anunciou taxa de 12% sobre toda a exportação de petróleo do país e projeta estimular aumento na produção das refinarias nacionais, criando maior oferta de petróleo internamente e reduzindo os preços.

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