VÍDEO TIRADO DO CONTEXTO

Vídeo tira de contexto fala de Lula sobre andar a pé e combustível

Lula fazia críticas ao uso indiscriminado de canetas para emagrecimento ao mandar a população "andar a pé"

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Um vídeo que circula nas redes sociais atribui ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) uma suposta recomendação para que a população “ande a pé” por causa do aumento no preço dos combustíveis. A publicação, no entanto, distorce o contexto da fala, que não tinha relação com gasolina, mas com críticas ao uso indiscriminado de canetas para emagrecimento.

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O trecho viral mostra Lula dizendo que “o cara tem que aprender que andar faz bem”, acompanhado de legendas que sugerem que a declaração seria uma resposta à alta dos combustíveis. O conteúdo tem sido compartilhado por perfis alinhados ao bolsonarismo, entre eles o do senador Marcos do Val (Podemos-ES).

 

Veja a fala completa

A fala original foi feita no último dia 13, em evento no Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro. Na ocasião, o presidente tratava da distribuição pelo SUS de “canetas emagrecedoras”, como o Ozempic e Mounjaro, e criticava o uso sem necessidade e indicação clínica.

Antes do trecho que viralizou, Lula afirmou que “o remédio não é um prêmio para quem é relaxado” e que a medicação deve ser destinada a pessoas com indicação médica. Em seguida, passou a defender mudanças de hábito, como a prática de atividade física, ao mencionar a importância de caminhar no cotidiano.

“Por que que as pessoas não andam meia hora todo dia? Por que não caminham? Por que não fazem ginástica? As pessoas têm que aprender a tirar a bunda da cadeira e andar um pouco. O cara vai comprar pão, vai de carro. O cara vai na farmácia, vai de carro. O cara, sabe, anda um pouco. Ele tem que aprender que andar faz bem”, disse.

O contexto do discurso também envolvia o anúncio feito pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), sobre a intenção de ofertar medicamentos para emagrecimento na rede pública municipal. Durante o evento, Paes defendeu a ampliação do acesso e pediu que o Ministério da Saúde avaliasse a inclusão desse tipo de tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS).

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Diferentemente do que sugerem as postagens, não houve qualquer menção ao preço da gasolina ou a combustíveis no evento.

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