O senador Magno Malta (PL-ES) reafirmou o apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nessa sexta-feira (30/1), no evento de lançamento da pré-candidatura do também senador Eduardo Girão (Novo-CE) ao governo do Ceará, em Fortaleza (CE).
Ao ser questionado por jornalistas sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, o pastor deu longa resposta e mencionou uma suposta batalha espiritual.
“As coisas materiais só acontecem porque acontecem no mundo espiritual. Quem levantou Bolsonaro foi Deus, quem não gostar disso que dê uma cabeçada na parede”, afirmou.
Malta qualificou o legado de Jair Bolsonaro como “intransferível”, mas apontou favoritismo de Flávio: “As pessoas que votam, enxergam nesse nome [de Bolsonaro], hoje, o catalisador”.
“A história de que ele [Flávio] tem muita rejeição, é lógico, ninguém precisa ser especialista em nada. Aliás, instituto de pesquisa não é entidade filantrópica. Ninguém monta instituto de pesquisa para não ganhar dinheiro (…) Quem vota no Lula não gosta do Flávio, essa é a rejeição. Só que a aceitação do Flávio é um pouco maior do que a rejeição. E ele vai ganhar do Lula”, previu.
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Cultura woke
O senador ainda criticou a “cultura woke” - que, conforme teoria conservadora, é o avanço sistemático de políticas identitárias - e disse que Bolsonaro é perseguido por “revelar toda essa podridão que o Brasil vê nesse momento”.
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“Essa cultura woke foi enfrentada por ele, e o sistema tenta bani-lo por causa disso, como aconteceu nos Estados Unidos”, completou.
