O senador Rodrigo Pacheco (PSD) segue como prioridade do presidente Lula (PT) para a disputa do governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. Dessa vez, foi a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da presidência, Gleisi Hoffmann (PT), quem afirmou que o presidente “não desistiu” do parlamentar.

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (28/1), a ministra classificou Minas como estado estratégico e lembrou o retrospecto de "termômetro": “Quem ganha em Minas, ganha no Brasil”. Desde a redemocratização, o candidato à presidência que venceu no estado conquistou as eleições.

Lula, contudo, lida com dificuldade para construir o palanque em Minas. O presidente quer lançar Rodrigo Pacheco ao pleito estadual, mas ainda não conseguiu convencê-lo a disputar as eleições para o Executivo. Em declarações públicas, o parlamentar tem indicado que vai encerrar a carreira política ao fim do mandato no Senado, no início de 2027.

‘Lula não desistiu de Pacheco’

Apesar das negativas do senador, Gleisi garantiu: “O presidente tem falado que vai insistir com o Rodrigo Pacheco (...) O presidente ainda não desistiu [de Pacheco], ele tem um poder de convencimento muito grande”.

Por outro lado, a ministra admitiu que o Partido dos Trabalhadores busca alternativas. “Tem conversas que o PT está fazendo com MDB e PDT. O presidente tem se dedicado pessoalmente a isso”.

Lula já citou o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB), o Tadeuzinho, como possível nome a ser apoiado. O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), já pré-candidato ao governo, é outra opção.

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Recentemente, surgiu mais um nome no radar. A reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Sandra Goulart, abriu conversas com lideranças do PT e agora aparece entre nomes possíveis ao governo.

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