Filha de diplomata morre atropelada por van em calçada no Rio
Mariana Tanaka Abdul Hak, 20, havia chegado à cidade no mesmo dia do acidente
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o atropelamento que matou a jovem Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, na esquina das ruas Vinicius de Moraes e Visconde de Pirajá, em Ipanema, zona Sul do Rio de Janeiro. O acidente ocorreu no final da tarde de sábado (16/5) e ela morreu no dia seguinte.
A vítima é filha dos diplomatas Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial no gabinete do presidente Lula, encarregado dos temas de paz e segurança, e Ana Patrícia Neves Abdul Hak, cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires.
A mãe de Mariana também foi atropelada, sofreu ferimentos e já recebeu alta do Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Ela estava no Rio para ajudar a filha na organização da mudança da Europa para o Brasil.
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Segundo testemunhas, o motorista de uma van tentou desviar de um ciclista, perdeu o controle e atingiu pedestres na calçada. Um homem não identificado também ficou ferido.
Mariana era formada em administração de empresas e havia chegado ao Rio no mesmo dia do atropelamento. Ela iria trabalhar em uma empresa da área de cosméticos após dez anos vivendo em outros países.
"Ela estava no momento áureo da vida, que foi interrompido violentamente com um atropelamento em Ipanema no mesmo dia em que chegou", disse o pai em entrevista à TV Record. "Abreviar históricas de vida violentamente não pode se tornar corriqueiro. Nenhuma morte pode ser banalizada".
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Mariana já havia morado no Reino Unido, Venezuela, Bélgica, Líbano, França e Itália, acompanhando os pais diplomatas. Cursou administração de empresas na ESCP Business School, em Turim, e era fluente em português, inglês, espanhol e francês.