SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Uma mulher saltou do terceiro andar de um prédio com a filha de 2 anos no colo, na noite desse domingo (29/3), em Suzano (SP), para fugir das agressões do marido. A mãe recebeu alta após atendimento médico, a criança permanece entubada em um hospital de Mogi das Cruzes e o homem foi preso.
Mulher disse à polícia que pulou por uma janela para escapar do marido, que estaria armado com uma faca. Segundo informações exibidas pela TV Diário, afiliada da TV Globo, a Polícia Militar foi acionada na noite de domingo para atender a uma ocorrência de violência doméstica no Jardim Europa, em Suzano. No hospital, a mulher afirmou aos policiais que se jogou da janela com a filha de 2 anos no colo porque o marido estava com uma faca e ela precisava se salvar.
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PM encontrou indícios de luta dentro do apartamento. De acordo com o sargento Éder Conrado, ouvido pela emissora, a primeira equipe que chegou ao local encontrou pessoas tentando linchar o homem. Depois de retirá-lo dali, os policiais foram levados até o apartamento pela mãe da vítima e encontraram, segundo o policial, "um cenário de luta, de tentativa de se salvar", além do banheiro fechado.
Mãe e filha foram socorridas para unidades de saúde da região. Segundo a reportagem, as duas foram levadas inicialmente para a UPA do Jardim Revista, em Suzano. A mulher foi depois encaminhada ao Hospital e Maternidade de Suzano, onde passou por exames de imagem e outros procedimentos, e recebeu alta após reavaliação médica, de acordo com a prefeitura.
Criança precisou ser intubada. A menina foi levada ao Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes. Até o momento, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança. A reportagem procurou a Secretaria Estadual Saúde, responsável pela gestão do Hospital Luzia de Pinho Melo. A reportagem pediu informações sobre o estado de saúde da criança, mas não havia obtido resposta até a publicação deste texto.
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Homem preso teve flagrante convertido em prisão preventiva. O suspeito passou por audiência de custódia, na qual a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva. A SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) também foi procurada. A reportagem pediu informações sobre o registro da ocorrência, a prisão do suspeito e o estado de saúde das vítimas, mas não obteve resposta.
