O cantor de pagode Leandro Pereira Afonso de Souza, conhecido como Leozinho, morreu aos 38 anos após ser baleado durante um assalto na noite de sexta-feira (23/1), no bairro do Cachambi, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal Salgado Filho, mas não resistiu.

Conhecido na cena do pagode carioca, Leozinho se apresentava com frequência em bares, eventos e casas de samba da Zona Norte. O artista mantinha agenda ativa de shows e tinha uma apresentação marcada para o sábado seguinte à morte.

Nas redes sociais, onde reunia mais de 12 mil seguidores, o cantor compartilhava registros da rotina musical, vídeos e fotos das apresentações. Após a confirmação da morte, as publicações passaram a receber centenas de mensagens de despedida e homenagens.

“Inacreditável, um homem cheio de vida, sempre alegre, sorrindo… vivendo! Que tenha uma boa passagem e que Deus conforte a família e a filhinha dele”, escreveu uma seguidora. Outro comentário dizia: “Triste demais demais. Sem acreditar. Sua passagem aqui foi linda, irmão. Vai em paz”.

Leandro Pereira Afonso de Souza, de 38 anos

Reprodução / Instagram

Quem era Leozinho, cantor de pagode morto no Rio?

Leozinho era descrito por amigos e fãs como uma pessoa querida e de convivência marcante. Ele deixa a esposa e dois filhos, de 17 e 5 anos.

Segundo familiares, o cantor estava chegando à festa de aniversário do sobrinho quando foi abordado por criminosos ao descer de um carro de aplicativo, na Rua Basílio de Brito. Ele estava acompanhado da esposa e pediu que ela entrasse rapidamente na residência.

Testemunhas relataram que o artista reagiu à ação e foi atingido por três disparos, dois na perna e um na axila. Após o crime, os suspeitos fugiram.

O que se sabe sobre o crime?

A Polícia Militar informou que militares do 3º BPM (Méier) foram acionados para uma ocorrência de roubo, mas, ao chegarem ao local, a vítima já havia sido socorrida por moradores.

De acordo com a Polícia Civil, dois criminosos roubaram uma motocicleta e passaram a cometer assaltos contra pedestres na região. O caso foi registrado na 23ª DP (Méier) e encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que investiga as circunstâncias da morte.

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Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o local do velório e do enterro do músico.

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