VIOLÊNCIA

Médico teria briga por contratos com colegas assassinados por ele

O suspeito e uma das vítimas seriam donos de empresas de gestão hospitalar e estariam em conflito por conta de licitações em disputa

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - A Polícia Civil investiga se os dois médicos assassinados em Alphaville foram mortos por disputas de contratos na área de saúde. 

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Carlos Alberto Azevedo Filho, 44, estaria em uma disputa por contratos públicos com a família de Luís Roberto Pellegrini Gomes, 43, que foi morto. A informação foi dada pelo delegado Andreas Schiffmann à TV Globo no sábado (17). 

 

Luís Roberto e Vinicius dos Santos Oliveira, 35, foram mortos a tiros após uma discussão em um restaurante. O atirador encontrou os dois no estabelecimento que fica em Alphaville, em Barueri, e após uma confusão no hall de espera, houve uma briga. Na sequência, todos foram encaminhados para a saída do local, quando os tiros foram disparados. 

Médicos trocaram ameaças, segundo polícia. O suspeito e uma das vítimas seriam donos de empresas de gestão hospitalar e estariam em conflito por conta de licitações em disputa.  

"Eles relataram que havia essa rixa. Havia ameaças de ambas as partes", disse o delegado. Guardas-civis foram chamados após relatos de que Carlos Alberto estava armado, mas não encontraram o armamento com ele. 

Uma testemunha disse que Carlos Alberto recebeu uma bolsa da mulher que o acompanhava. A polícia quer saber se a arma utilizada estava nessa bolsa e se a mulher participou do crime. Carlos Alberto tinha registro de CAC

"Eles chegaram no local e viram essas pessoas discutindo. Efetuaram a revista pessoal delas ali, e não encontraram nenhuma arma. Conseguiram apaziguar um pouquinho os ânimos, pediram para que eles se retirassem e, quando eles se retiraram do local, o atirador conseguiu acesso a essa bolsa com essa arma e saiu já do restaurante atirando nas vítimas", disse o Delegado Arthur Schiffman, à TV Globo. 

A defesa do atirador não foi localizada pela reportagem. O espaço está aberto para manifestação. 

Atirador se envolveu em confusão em hotel de Aracaju 

Em 21 de julho do ano passado, o mesmo médico foi preso em Aracaju (SE) por racismo, segundo registros da polícia. Ele teria chegado embriagado ao estabelecimento e passou a agredir alguns funcionários que estavam na recepção. 

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Ele ainda teria agredido um funcionário e proferiu ofensas racistas contra outro trabalhador. O médico também quebrou objetos e móveis do hotel. Um habeas corpus foi aceito pela Justiça meses depois.

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