PEDREIRO AUTÔNOMO

Pedreiro autônomo revela ganhos reais e rotina na construção civil, mas faz alertas para futuro na profissão

Profissional de 41 anos fatura até 4 mil euros por mês; veja os desafios da rotina pesada e o conselho valioso para quem busca novas oportunidades

Publicidade
Carregando...

Gonzalo Flores Martín tem 41 anos e trabalha desde os 16. O profissional vive no município de Velascálvaro, em Valladolid, e construiu trajetória profissional em diferentes ramos antes de concentrar sua atuação na construção civil como autônomo, como contou ao jornal EL ESPAÑOL.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

Na juventude, começou trabalhando durante o verão em máquinas de batatas no vilarejo. Em seguida, trabalhou em adegas engarrafando vinho. Entre os 30 e os 38 anos, ele acumulou essa atividade vinícola com a realização de fachadas e acabamentos de gesso em residências.

Leia Mais

Estrutura de trabalho e serviços

Após anos dividindo as funções, Gonzalo decidiu dedicar-se integralmente à construção e criou uma empresa com seu próprio nome. O profissional optou pelo regime autônomo para evitar jornadas de trabalho ininterruptas de segunda a domingo.

A rotina conta com a ajuda de outro funcionário registrado para a execução das obras. As atividades atendem demandas específicas do setor, como serviços de alvenaria, revestimentos e reformas residenciais focadas principalmente em demandas pequenas.

Rendimentos mensais e impostos

Em relato concedido ao jornal EL ESPAÑOL de Castilla y León, o pedreiro detalhou sua realidade financeira. Seus ganhos mensais variam entre 3.000 e 4.000 euros (cerca de 16 a 22 mil reais), enquanto os custos fixos ficam entre 800 e 1.000 euros ( por mês.

Gonzalo destaca que o segmento paga bem aos profissionais constantes, embora exija intenso esforço diário. O principal obstáculo financeiro citado envolve a atuação do Fisco, pois a autoridade tributária retém metade dos rendimentos obtidos.

Alerta sobre o futuro do setor

O trabalhador alerta para a escassez de novos profissionais no mercado. Segundo Gonzalo, a ocupação corre risco direto de extinção se as novas gerações não ingressarem na construção civil.

O profissional afirma que muitos jovens não toleram o trabalho pesado e não mantêm o hábito de estudar ou produzir, orientando que esse público procure emprego ou formação educacional. Para o autônomo, trabalhar garante perspectivas favoráveis de futuro, ao passo que a dependência exclusiva de auxílios financeiros leva o indivíduo a viver mal.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

*Estagiária sob supervisão do editor-executivo João Renato Faria


Tópicos relacionados:

autonomo internacional pedreiro profissional

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay