A tiktoker Andree Greig Baudoin, conhecida como “Andreethegirl”, anunciou a própria morte em um vídeo publicado nas redes sociais. Ela lutava contra um câncer de mama triplo negativo em estágio quatro e morreu em 22 de agosto, em um hospital em Lafayette, Louisiana, nos Estados Unidos.

@andreethegirl ? original sound - Andreethegirl

“Olá, minha família do TikTok. Se você está vendo este vídeo, significa apenas que minha hora chegou e eu fiz a travessia”, disse a influenciadora de 39 anos no vídeo pré-gravado.

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Baudoin documentou sua batalha contra o câncer nos últimos quatro anos. Ela explicou que o vídeo de seis minutos foi filmado em casa, mas que passaria os últimos dias de vida em cuidados paliativos no hospital. Casada e mãe de três filhos, ela justificou a decisão: “Não quero falecer em casa. Quero que esta casa seja um lugar de vida. Não quero que eles pensem na morte quando estiverem aqui”.

Ela revelou que o câncer havia progredido a um ponto em que nenhum tratamento adicional era viável. Mesmo assim, afirmou não ter medo de morrer. “A verdade é que não tenho medo de para onde estou indo. Não tenho medo de falecer”, declarou.

Apesar da coragem, Baudoin lamentou deixar a família. “Estou realmente arrasada por ter que ir tão cedo, tenho 39 anos. Nunca poderei ver meu filho se casar, minha filha se casar. Nunca poderei conhecer meus netos. Nunca poderei envelhecer com meu marido, a quem amo muito”.

“Meu maior, maior desejo é que você não tome sua saúde e o que está à sua frente como garantido. Aproveite o dia que está diante de você”, recomendou aos seguidores. Ela também agradeceu o apoio que recebeu nas redes sociais.

A tiktoker contou que estar na internet se tornou uma ferramenta terapêutica. “Quero que todos saibam que este lugar, esta conta do TikTok, tornou-se meu diário. Tornou-se minha maneira de desabafar”, disse. Ela iniciou o perfil para que os filhos pudessem acompanhar sua jornada.

Baudoin lembrou das tentativas de tratamento que realizou, incluindo procedimentos no México, picadas de abelha, dietas e diferentes medicamentos. “Não há nada que eu não tenha tentado. Estou muito orgulhosa de mim mesma por isso, porque não sabia o quão forte eu era até que isso me aconteceu”, declarou.

Em junho, o oncologista informou que ela tinha apenas algumas semanas de vida, mas ela se mostrou determinada a superar a previsão. “Você diz três semanas, mas eu digo três meses”, respondeu ao médico na época.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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