Escola de BH tem áreas interditadas após vistoria identificar rachaduras
Inspeção da Defesa Civil identificou afundamentos, trincas e rachaduras na Escola Estadual Helena Pena, no Sagrada Família
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Rachaduras, trincas e problemas na fundação foram identificados na Escola Estadual Helena Pena, no Bairro Sagrada Família, na Região Leste de Belo Horizonte, durante uma vistoria da Defesa Civil. A inspeção foi realizada para avaliar as condições de segurança do imóvel e apontou riscos em diferentes áreas da unidade que precisaram ser isoladas preventivamente enquanto são avaliadas as causas e definidas as medidas para solucionar os danos.
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Durante a vistoria realizada na tarde da última quarta-feira (16/9) no imóvel localizado na Rua Genoveva de Souza, o órgão municipal identificou afundamento de fundação, trincas e rachaduras em paredes, inclusive com anomalias visíveis na parte externa da edificação.
Os problemas foram encontrados em diferentes pontos da unidade, incluindo ambientes como secretaria, supervisão, sala de aula, banheiro, diretoria e auditório.
Áreas isoladas
Após a avaliação, foi emitida uma notificação de risco com medidas que deverão ser adotadas pela responsável pela unidade. Entre elas está o isolamento preventivo, por meio de barreiras físicas, dos locais afetados ou que possam ser atingidos.
A unidade também deverá adotar medidas de autoproteção e acompanhar a evolução dos danos até que o problema seja solucionado.
Avaliação técnica
Outra medida determinada é a realização de uma avaliação técnica especializada para identificar as causas dos problemas e apontar as soluções necessárias. Os reforços e reparos indicados deverão ser executados posteriormente.
Segundo o órgão, a responsável pela unidade foi orientada ainda a zelar de forma permanente pelas condições de conservação, estabilidade, segurança e salubridade do imóvel.
A Secretaria de Estado de Educação informou que "as áreas isoladas (parte da área externa, secretaria, direção, supervisão e parte do auditório) não comprometem as atividades pedagógicas, que ocorrem normalmente para os 424 estudantes matriculados na instituição. Servidores que atuam nos referidos espaços foram remanejados para outras partes da unidade escolar que estão liberadas para uso".
A pasta também comunicou que estão em andamento trâmites para realização de obras visando reforço estrutural do edifício. A promessa do governo estadual é que as obras sejam iniciadas no menor tempo possível, mas o prazo não foi esclarecido.
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*Estagiária sob supervisão do subeditor Gabriel Felice