Morre Symphrônio Veiga; jornalista mineiro deixa legado de admiração
Jornalista atuou em diversos veículos de Minas e do Brasil, incluindo os Diários Associados e Jornal O Globo
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O jornalista mineiro Symphrônio Veiga morreu na noite dessa quarta-feira (16/9), aos 86 anos, de falência múltipla de órgãos. Symphrônio teve uma trajetória diversa e trabalhou em diversos veículos de Minas e do país. O velório e o sepultamento do jornalista ocorreram na tarde desta quinta-feira (17/9), no Cemitério Parque da Colina, na Região Oeste de Belo Horizonte.
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Symphrônio foi chefe de Redação do Diário de Minas na década de 1980 e passou também pelos Diários Associados, Hoje em Dia, Itatiaia e O Globo. Além disso, trabalhou na assessoria de imprensa do governo de Minas Gerais e foi colunista do Jornal do Sindicato.
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Homenagens de colegas e amigos
Robson Abreu, jornalista e fundador do jornal, revista e site PQN (Pão de Queijo Notícias), era amigo de Symphrônio Veiga. “Era muito participativo na newsletter PQN, uma amizade muito boa”, disse Abreu. "Era assinante e sempre foi muito participativo, trazendo suas contribuições, críticas e enaltecendo as produções como inovadoras no mercado mineiro de comunicação", acrescentou.
Já Heraldo Leite, jornalista que trabalhou com Symphrônio na década de 1987 na redação do então Diário de Minas, diz ter aprendido muito com o colega. “Era uma pessoa muito exigente, e também muito generosa e disposta a ensinar.”
Para a jornalista Miriangelli Rovena, que foi repórter de economia no Hoje em Dia, em 1989, quando Symphrônio era o chefe de Redação do jornal, recorda: “Foi uma figura mais que importante, foi decisivo para mim no jornalismo”.
A jornalista conta que sua trajetória profissional começou com a generosidade dele e por acreditar numa repórter iniciante. “Era uma pessoa muito divertida. Numa época em que não tinha celular, não tinha Google, tinha Symphrônio. Gratidão eterna”, relembra.
Para Méri Grossi, jornalista com quem Symphrônio trabalhou também no Hoje em Dia, afirma que ele era muito generoso com o próprio conhecimento, "uma mente muito ágil e muito amigo das pessoas". “Muito orgulho de ter tido ele como editor num primeiro veículo de cobertura diária. Fazia questão que déssemos voz a quem está sofrendo e não apenas a quem é autoridade”, ressalta.
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*Estagiária sob a supervisão da subeditora Tetê Monteiro