A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou nesta terça-feira (28/4) que concluiu a investigação da morte da farmacêutica Regina Helena Vieira de Souza, de 74 anos. O corpo da vítima, segundo a instituição policial, foi localizado em uma plantação de café no município de Campestre (MG), no Sul do estado, no último dia 21. A morte foi atribuída pelos investigadores a uma desorientação cognitiva.
A informação sobre a localização diverge do que havia sido informado pelo Corpo de Bombeiros. Conforme a corporação, o corpo da idosa, que estava desaparecida desde o dia 17 deste mês, foi achado dentro de um córrego. Antes disso, um trabalhador do cafezal localizou os sapatos e a bolsa da vítima.
Os pertences de Regina estavam a cerca de 500 metros acima do lugar onde o carro da idosa havia sido encontrado. A partir daí, os militares fizeram uma varredura na área e encontraram o corpo no córrego.
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"Os levantamentos apontaram que a vítima apresentava um quadro inicial de comprometimento cognitivo (demência), condição que pode ter sido agravada por um acidente de trânsito ocorrido dias antes no município de Alfenas. O rastreamento do trajeto realizado pela idosa, desde sua saída do estado de São Paulo, corroborou depoimentos de testemunhas que já notavam sinais de confusão mental e desorientação antes do desaparecimento", disse a PCMG em comunicado.
A PCMG, então, concluiu que o estado de vulnerabilidade clínica da vítima a levou à área rural onde foi encontrada. Com o término da investigação e a análise de laudos técnicos, a instituição policial entendeu também que o caso não tem natureza criminosa. "Testes complementares realizados pela PCMG em Belo Horizonte também afastaram a hipótese de envenenamento ou ingestão de substâncias tóxicas", completou a Polícia Civil.
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O inquérito policial foi encaminhado à Justiça com o pedido de arquivamento em decorrência da ausência de crime.
