NA GRANDE BH

Com doações de R$ 1, Arquidiocese de BH quer erguer moradias populares

Ao comemorar 105 anos de existência, Arquidiocese quer construir uma casa para cada ano de vida e contemplar pessoas em situação de vulnerabilidade

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A campanha “Um real, um recomeço”, da Arquidiocese de Belo Horizonte, pretende construir 105 moradias populares na capital mineira e na Região Metropolitana com doações mensais de R$ 1 ao longo de 10 meses. A expectativa é que participem os 2.589.622 moradores da Grande BH que se declararam católicos no censo de 2022 do IBGE. 

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De acordo com a Arquidiocese, as pessoas em situação de vulnerabilidade social que serão contempladas pelas doações já são acompanhadas pela Pastoral dos Sem-Casa. “A partir de orientações do arcebispo dom Walmor Oliveira de Azevedo, a campanha nasce como um gesto de solidariedade diante da realidade de tantas famílias que vivem em situação de precariedade habitacional”, afirma o padre Roberto Rubens. 

Segundo a arquidiocese, já foram feitos os levantamentos dos terrenos onde as moradias serão construídas, mas as áreas ainda não podem ser divulgadas.

Além da construção das moradias, cuja quantidade faz referência aos 105 anos da Arquidiocese de BH,  a campanha prevê o acompanhamento das pessoas beneficiadas. “Mais do que garantir reformas ou construções, queremos caminhar junto às famílias, reconhecendo a moradia como um direito fundamental e um sinal concreto de dignidade”, afirma o padre Roberto Rubens.

Como doar?

As doações podem ser feitas por meio do Pix (31) 997549067 ou nas paróquias da Grande BH, que receberão cofrinhos em formatos de casinhas para reunir donativos durante as missas. 

População em situação de rua 

Minas Gerais tem 33.139 pessoas em situação de rua, conforme levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (OBPopRua/Polos-UFMG), divulgado em janeiro deste ano. O estudo revela que mais de 15 mil dessas pessoas se encontram na capital mineira.

A pesquisa teve como base dados do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), que reúne os beneficiários de políticas sociais, como o Bolsa Família, e serve como indicativo das populações em vulnerabilidade para quantificar os repasses do governo federal aos municípios.

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(Com Agência Brasil)

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