Apesar de toda a alegria que tomou conta da Avenida dos Andradas na manhã deste domingo de carnaval (15/2), a falta de Lô Borges foi sentida durante o cortejo do Bloco da Esquina. O músico morreu aos 73 anos, em novembro de 2025.
A bancária Rita Alacoque, de 57 anos, conta que todo ano acompanha o bloco, mas que este ano a emoção é diferente, pela falta que sente do ídolo. “Está diferente porque estou sentindo falta do Lô. Nem acredito que não vou ter mais ele na minha vida”, declara.
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O amor pelo Clube da Esquina está marcado na pele. Ela tem duas tatuagens: no braço, as montanhas e o trem do disco "Gerais", de Milton Nascimento; e na perna um girassol em referência à música “Um girassol da cor do seu cabelo”, de Lô.
“Amo o Clube da Esquina desde que nasci. Amo Lô, amo Milton. Não estava preparada para perder o Lô, mas estou feliz de estar aqui”, diz Rita.
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A museóloga Luísa Lourenço contou que trabalhou no museu do Clube da Esquina e é apaixonada pelo bloco. “É o melhor de BH”.
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Para ela, o cortejo deste ano também está mais emocionante. “O Lô está dentro de nossos corações. Ele vai fazer falta demais, não tem como substituí-lo."
