O Carnaval de Belo Horizonte não para de crescer e já se prepara para uma folia histórica em 2026. Com um público cada vez mais apaixonado, a capital mineira projeta uma festa ainda maior neste ano, consolidando-se como um dos principais destinos do país.  

Para a esta edição, 612 blocos de rua já garantiram seu cadastro, o que representa um salto de 8% em relação aos 568 grupos que brilharam em 2025. A renovação está garantida: segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), 178 desses blocos estrearão nas ruas pela primeira vez.

A expectativa de ocupação das dez regionais da cidade é alta. Estão previstos ao menos 660 desfiles entre os dias 31 de janeiro e 22 de fevereiro, período que abrange desde o pré até o pós-carnaval. Esse volume expressivo de cortejos indica um aumento de 43,48% em comparação aos 460 realizados este ano. Embora os números possam oscilar até o período oficial, o entusiasmo dos foliões e dos organizadores é a prova de que a "Belô" respira alegria.

Em meio a esse mar de gente, o Bloco da Esquina se destaca como a atração perfeita para o público saudosista e para quem ama as raízes de Minas. 

Tudo começou em 2013, nas ruas do Santa Tereza

O Bloco da Esquina surgiu em 2013, quando os músicos Renato Muringa e Mário Jaymowich, com um cavaquinho e um pandeiro, se juntaram para tocar canções do Clube da Esquina, movimento cultural mineiro da década de 1970, em ritmo de samba.

Nessa época, o carnaval de Belo Horizonte já ganhava força com o aparecimento de vários blocos e, então, os amigos tiveram a ideia de misturar aquelas canções clássicas com samba em um cortejo: o Bloco da Esquina. O objetivo era agregar a identidade mineira aos desfiles e à batucada carnavalesca, sempre dando destaque às canções de grandes artistas como Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Fernando Brant, entre outros.

Para que isso acontecesse, os amigos escolheram músicas cujas estruturas não fossem tão modificadas se tocadas em ritmo de carnaval, como “Maria, Maria”, “Um Girassol da Cor de Seu Cabelo”, “Nos Bailes da Vida” e “Trem Azul”. Assim, no dia 10 de fevereiro de 2013, pelas ruas do Santa Tereza, os foliões puderam se divertir com essas músicas e também com o hino do bloco, de autoria de Muringa e Jaymowich.

De "Maria, Maria" a "Trem Azul", o Bloco da Esquina transforma o repertório do Clube da Esquina em carnaval e promete emocionar foliões

Gladyston Rodrigues/EM

Bloco conta com banda de 150 músicos

Dentre os 150 músicos que compõem o Bloco da Esquina, estão à frente da banda Renato Muringa (voz e guitarra baiana), Analu Braga (percussão e regente de bateria), Dani Guedes (percussão a regente de bateria), Marcela Nunes (flauta transversal), Xandi Tamietti (bateria), Emerson Oliveira (teclados) e Tiago Araújo (baixo).

Fique de olho no perfil do bloco no Instagram, pois a qualquer momento novas informações serão disponibilizadas sobre ensaios que antecedem a folia oficial.

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