Uma operação integrada das forças de segurança, na manhã desta quarta-feira (28/1), em Uberlândia, Triângulo Mineiro, desarticulou uma quadrilha especializada em furto e receptação de fios metálicos. Ao todo, 15 toneladas de fiação foram apreendidas. 

Batizada de Operação Vulcano – 2ª Fase, a investigação também apontou a prática de lavagem de dinheiro oriunda dos outros crimes cometidos pela organização criminosa. 

A ação reuniu o Ministério Público de Minas Gerais, a Polícia Militar e a Polícia Civil. Ao todo, foram cumpridos 22 mandados de busca e apreensão em endereços de pessoas físicas e empresas investigadas, localizados nos bairros Tibery, Martins, Cidade Jardim, Dona Zulmira, Pampulha, Roosevelt, Jardim Brasília, Brasil, Osvaldo Resende e Marta Helena, em Uberlândia. 

Houve três prisões em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, receptação qualificada e lavagem de capitais. Toda a fiação apreendida estava sem comprovação de origem lícita, incluindo materiais com características típicas de produto de crime, como fios queimados, descascados e picotados. Também foram recolhidos aproximadamente R$ 85 mil em dinheiro, além de drogas como cocaína, crack e maconha, uma balança de precisão e diversos dispositivos eletrônicos. 

O MP informou que os danos provocados pelo furto dos fios e por sua receptação causam prejuízos aos proprietários, mas também comprometem serviços essenciais, geram instabilidades operacionais e afetam diretamente a população, empresas e órgãos públicos. 

A Operação Vulcano teve a primeira fase deflagrada em abril de 2024. Desde então, as investigações prosseguiram para a identificação do modo de atuação do grupo criminoso e de novos envolvidos. Na etapa inicial, nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos em estabelecimentos comerciais suspeitos de encomendar furtos, receptar materiais metálicos e lavar o dinheiro obtido com as atividades ilícitas. 

A ação desta quarta-feira contou com a participação direta de dois promotores de Justiça, 43 policiais militares, nove policiais civis, além de servidores e colaboradores do Ministério Público. 

Batizada de Operação Vulcano – 2ª Fase, a investigação também apontou a prática de lavagem de dinheiro oriunda dos outros crimes cometidos pela organização criminosa. 

A ação reuniu o Ministério Público de Minas Gerais, a Polícia Militar e a Polícia Civil. Ao todo, foram cumpridos 22 mandados de busca e apreensão em endereços de pessoas físicas e empresas investigadas, localizados nos bairros Tibery, Martins, Cidade Jardim, Dona Zulmira, Pampulha, Roosevelt, Jardim Brasília, Brasil, Osvaldo Resende e Marta Helena, em Uberlândia. 

Houve três prisões em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, receptação qualificada e lavagem de capitais. Toda a fiação apreendida estava sem comprovação de origem lícita, incluindo materiais com características típicas de produto de crime, como fios queimados, descascados e picotados. Também foram recolhidos aproximadamente R$ 85 mil em dinheiro, além de drogas como cocaína, crack e maconha, uma balança de precisão e diversos dispositivos eletrônicos. 

O MP informou que os danos provocados pelo furto dos fios e por sua receptação causam prejuízos aos proprietários, mas também comprometem serviços essenciais, geram instabilidades operacionais e afetam diretamente a população, empresas e órgãos públicos. 

A Operação Vulcano teve a primeira fase deflagrada em abril de 2024. Desde então, as investigações prosseguiram para a identificação do modo de atuação do grupo criminoso e de novos envolvidos. Na etapa inicial, nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos em estabelecimentos comerciais suspeitos de encomendar furtos, receptar materiais metálicos e lavar o dinheiro obtido com as atividades ilícitas. 

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A ação desta quarta-feira (28/1) contou com a participação direta de dois promotores de Justiça, 43 policiais militares, nove policiais civis, além de servidores e colaboradores do Ministério Público.

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