O prefeito de Congonhas, Anderson Cabido, disse durante coletiva de imprensa da noite deste domingo (25/1) que o principal rio da cidade foi afetado pelo vazamento de água da Mina da Fábrica, da Vale, na cidade vizinha de Ouro Preto. Cerca de 260 mil metros cúbicos de água extravasaram de uma cava da mineradora esta madrugada.

Porém, Cabido informou que o rio não é usado para abastecimento de Congonhas nem para outras atividades como a pesca. “Infelizmente é um rio que é quase morto por conta da própria atividade minerária histórica. Os nossos rios aqui são muito afetados pela presença da mineração, dos resíduos, que ao longo de décadas, vêm se acumulando nas margens desses rios”, explica.

O volume de água teria passado pela mineradora vizinha, a CSN, e seguido para o córrego Goiabeiras, em Congonhas, que deságua no Maranhão, rio que atravessa a cidade.

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O Tenente do Corpo de Bombeiros Leonardo Inácio da Silva explicou ao Estado de Minas mas essa água teria extravasado da cava, mas que arrastou lama e sedimentos presentes no solo da mineradora. Estudos para avaliar o impacto nas águas serão feitos nos próximos dias.

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