UFMG e UFSJ deferem recursos para alunos que tiveram suas autodeclarações como pardos negadas -  (crédito:  Foca Lisboa/UFMG)

Desde o dia 11 de março, os servidores técnicos administrativos (TAEs) das universidades federais estão em greve

crédito: Foca Lisboa/UFMG

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) realiza, nesta quinta-feira (11/4), no Campus Pampulha, uma assembleia que pode confirmar a greve de professores na instituição. Caso a paralisação seja aprovada, ela deve ter início na próxima segunda-feira (15/4). Os professores se unem aos servidores técnicos administrativos (TAEs) das universidades federais que já estão em greve.

 

Desde o dia 11 de março, os servidores técnicos administrativos (TAEs) das universidades federais estão parados por reivindicação de direitos. Dentre as exigências, está a reposição de perdas salariais acumuladas durante os governos dos presidentes Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), a reestruturação dos planos de carreiras, além de mais investimentos nas instituições e realização de um concurso para contratação de mais funcionários.

 

 

No último dia 3, professores e técnicos de escolas e institutos federais se manifestaram a favor da greve por tempo indeterminado. O anúncio ocorreu em meio ao Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, convocado pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe).

 

De acordo com o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), 31 instituições já anunciaram a data de paralisação de suas atividades em Minas Gerais. No Brasil, a adesão à greve foi aprovada em mais de 260 unidades da rede federal em 21 estados.

 

 

O Estado de Minas tentou contato com o Sindicato dos professores de universidades federais de Belo Horizonte, Montes Claros e Ouro Branco (APUBH), mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

 

Procurada, a UFMG informou que não vai se manifestar em relação à greve e assembleia.