Baía Formosa, no litoral sul potiguar, reúne 26 km de praias, falésias e mirantes voltados ao Atlântico. Foi ali que Ítalo Ferreira começou a surfar numa tampa de isopor do pai pescador, antes de se tornar o primeiro campeão olímpico masculino do esporte e projetar internacionalmente a pequena cidade.
O que torna Baía Formosa diferente de outros destinos do litoral potiguar?
Baía Formosa fica no extremo sul do Rio Grande do Norte e conserva um centro pequeno voltado para o mar. O município reúne falésias, praias extensas e rotina ligada à pesca, criando paisagem bem diferente dos grandes polos turísticos.
O litoral se estende por cerca de 26 km e muda bastante ao longo do caminho. Há enseada urbana, trechos de ondas, praias mais vazias e áreas próximas a rios. Essa variedade permite misturar banho de mar, mirantes e passeios na mesma viagem.

Como Ítalo Ferreira saiu de uma tampa de isopor para o ouro olímpico?
O Comitê Olímpico do Brasil confirma que Ítalo Ferreira começou a surfar em Baía Formosa com uma tampa de isopor usada pelo pai para guardar peixes vendidos a restaurantes locais.
Décadas depois, ele se tornou o primeiro campeão olímpico do surfe masculino, em Tóquio 2020, disputado em 2021. A conquista deu projeção mundial à cidade e aproximou ainda mais a identidade local do esporte e dos projetos de formação.
Quais lugares mostram melhor a variedade de Baía Formosa?
A Prefeitura de Baía Formosa organiza roteiros por Praia do Porto, Cacimba, Bacupari, Pontal e Sagi. O município também destaca a Lagoa de Araraquara e a Mata Estrela, ampliando o passeio para além da areia.
Quem visita pode escolher praias próximas ao centro e trechos mais distantes, acessados por buggy ou veículo adequado. O resultado é um destino em que um dia pode começar no mirante e terminar num trecho mais isolado ao sul do município.
A seguir listamos quatro experiências de Baía Formosa que ajudam a entender por que o destino oferece muito mais que apenas um ponto de surfe:
- Praia do Porto: concentra barcos, rotina de pescadores e acesso fácil a partir do centro.
- Cacimba e Pontal: reúnem ondas e referências à cultura do surfe local.
- Sagi: fica perto da divisa com a Paraíba e oferece trecho mais afastado da vila.
- Mata Estrela: adiciona trilhas e lagoas ao roteiro de quem quer variar os dias de praia.
Quem busca paz e serenidade, vai curtir esse vídeo especialmente selecionado do canal Joilson Garcia, que conta com mais de 28 mil visualizações, onde Joilson Garcia mostra as belezas naturais e os encantos de Baía Formosa no Rio Grande do Norte:
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Baía Formosa é destino só para quem gosta de surfar?
Não. O surfe é uma marca forte, mas o roteiro não depende de entrar numa prancha. Mirantes, praias para banho, gastronomia, passeios de buggy e áreas naturais permitem montar dias bem diferentes dentro do mesmo município.
O centro funciona como base simples para explorar a costa. Quem prefere ficar perto circula entre baía, mirantes e restaurantes; quem busca distância segue rumo a Sagi. Essa combinação cria um destino flexível para viagens curtas ou dias mais lentos.
A seguir listamos quatro perfis de passeio que mostram como Baía Formosa pode funcionar para visitantes com interesses diferentes:
| Perfil | Onde focar | Experiência |
|---|---|---|
| Praia | Baía e Cacimba | Banho e orla |
| Surfe | Pontal e Bacupari | Ondas e cultura local |
| Passeio | Sagi e mirantes | Paisagem e estrada |
| Natureza | Mata Estrela | Trilhas e lagoas |
Para quem Baía Formosa vale mais a viagem?
O destino costuma fazer sentido para quem busca litoral com escala de vila e variedade de paisagens. A cidade não exige agenda lotada: dá para alternar praias próximas, deslocamentos curtos e períodos sem programação, aproveitando mirantes e o movimento local.
A história de Ítalo Ferreira oferece um gancho poderoso, mas Baía Formosa não termina nela. Os cerca de 26 km de praias, falésias, Sagi e Mata Estrela mostram uma cidade em que mar, esporte e rotina local permanecem ligados, mesmo para quem nunca sobe numa prancha.
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