Estado de Minas - Em Alta
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em Alta
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em Alta
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Entretenimento

Arqueólogos encontraram uma massa branca dentro de um jarro numa tumba egípcia e análises apontaram queijo de cerca de 3.200 anos

Guilherme Araújo Por Guilherme Araújo
01/09/2026
Em Entretenimento
O conteúdo do recipiente permaneceu preservado durante milênios antes de ser analisado

O conteúdo do recipiente permaneceu preservado durante milênios antes de ser analisado

Dentro de um jarro antigo, uma massa branca de 3.200 anos parecia apenas mais um resíduo preservado numa tumba. Análises de proteínas mostraram que o material era um produto lácteo feito com leite de vaca misturado ao de ovelha ou cabra, abrindo uma pista rara sobre a alimentação antiga.

Como uma massa endurecida conseguiu ser reconhecida como alimento?

O material foi recuperado na tumba de Ptahmes, em Saqqara. A aparência sozinha não permitia dizer exatamente o que havia dentro daquele jarro depois de milênios de alterações químicas.

Os pesquisadores recorreram à proteômica, análise das proteínas presentes numa amostra. Mesmo quando gordura, cheiro e textura já desapareceram, fragmentos de proteínas podem carregar sinais que ajudam a identificar a origem biológica do material.

Técnicas modernas permitiram identificar aquilo que restava do antigo alimento

Que pistas apontaram para leite de mais de um animal?

Os testes encontraram marcadores de proteínas compatíveis com leite de vaca e outros que podiam vir de ovelha ou cabra. A combinação levou a equipe a classificar a massa como um produto lácteo sólido, provavelmente queijo.

O caminho da identificação pode ser resumido assim:

LeiaTambém

O objeto reunia diferentes funções em uma solução portátil criada há muitos séculos

Uma peça romana de cerca de 1.800 anos reunia seis utensílios dobráveis, incluindo faca, garfo e colher, como um antigo canivete suíço

01/09/2026
As colmeias mostram que a criação de abelhas fazia parte de uma atividade planejada dentro da cidade

Arqueólogos encontram colmeias de barro de 3.000 anos com restos de abelhas e revelam uma criação organizada dentro de uma cidade

31/08/2026
O sistema mostra uma preocupação prática com a água dentro de uma comunidade relativamente pequena

Uma aldeia de cerca de 500 moradores já usava canos de cerâmica há 4.000 anos para levar a água da chuva para fora das casas

31/08/2026
A inscrição transforma um objeto cotidiano em um registro raro sobre higiene no mundo antigo

Um pente de cerca de 3.700 anos guarda uma frase contra piolhos e ainda conserva restos do parasita entre os dentes

31/08/2026
1
A massa estava num jarro O resíduo havia se solidificado e já não conservava a aparência de um alimento fresco.
2
Proteínas resistiram Pequenos marcadores permaneceram detectáveis apesar das condições enfrentadas durante milhares de anos.
3
Leite bovino apareceu na análise Parte dos peptídeos, fragmentos menores de proteínas, apontou para leite de vaca.
4
Outro leite completava a mistura Outros sinais indicaram leite de ovelha ou cabra, sem permitir separar com segurança as duas possibilidades.

O que esse resíduo conta e o que continua impossível saber?

O resultado abre uma janela para a produção de alimentos, mas não recupera uma receita completa. Depois de cerca de 3.200 anos, várias características que alguém perceberia numa mesa desapareceram.

As análises sustentam alguns pontos e deixam outros em aberto:

  • o material era um produto lácteo sólido;
  • havia uma mistura com leite de vaca;
  • o segundo componente vinha de ovelha ou cabra;
  • não é possível reconstruir o sabor original apenas com esses dados;
  • a análise também não entrega uma receita completa de fabricação.

Essa diferença evita transformar uma identificação química numa descrição detalhada de um queijo que ninguém pode provar hoje. O estudo consegue responder de onde parte das proteínas veio, mas não recupera textura, aroma ou temperos que possam ter existido.

O achado oferece pistas sobre produtos consumidos e preparados naquela época

Por que proteínas sobreviventes valem tanto para a arqueologia?

A massa passou milhares de anos em contato com um ambiente fortemente alcalino, rico em carbonato de sódio. Ainda assim, marcadores específicos permaneceram estáveis o bastante para serem encontrados nos testes.

A informação preservada pode ser organizada desta forma:

Pista O que ela permitiu concluir Limite
Proteínas bovinas Marcadores preservados Leite de vaca fazia parte do alimento. Identificado
Outros peptídeos Origem animal Havia leite de ovelha ou de cabra na mistura. Sem separar
Estado sólido Massa preservada O conjunto das evidências foi compatível com queijo antigo. Sustentado
Receita Detalhes perdidos Os testes não permitem reproduzir exatamente o alimento. Desconhecido

Leia também: Um pente de cerca de 3.700 anos guarda uma frase contra piolhos e ainda conserva restos do parasita entre os dentes

Como um resto aparentemente sem valor virou uma pista sobre alimentação antiga?

O jarro não preservou uma refeição pronta para ser reconhecida a olho nu. Foram moléculas microscópicas que entregaram parte de sua origem e mostraram que diferentes tipos de leite estavam sendo combinados na produção daquele alimento.

O queijo de 3.200 anos revela quanto pode sobreviver dentro de um resíduo arqueológico. Uma massa branca endurecida conseguiu conservar informação suficiente para ligar um recipiente encontrado numa tumba a práticas reais de transformação do leite no Egito antigo.

💡 Curiosidade A tumba de Ptahmes foi descoberta no século XIX, acabou novamente coberta pela areia e foi redescoberta em 2010.
Tags: alimentosarqueologiaEgito Antigoqueijo antigo

Estado de Minas

Política Economia Internacional Nacional Cultura Saúde e Bem Viver EM Digital Fale com EM Assine o Estado de Minas

Entretenimento

Entretenimento Famosos Séries e TV Cinema Música Trends Comportamento Gastronomia Tech Promoções

Estado de Minas

Correio Braziliense

Cidades DF Política Brasil Economia Mundo Diversão e Arte Ciência e Saúde Eu Estudante Concursos Concursos

Correio Web

No Ataque

América Atlético Cruzeiro Vôlei Futebol Nacional Futebol Internacional Esporte na Mídia Onde Assistir

Vrum

Classificados MG Classificados DF Notícias

Lugar Certo

Classificados MG Classificados DF

Jornal Aqui

Cidades Esporte Entretenimento Curiosidades

Revista Encontro

Notícias Cultura Gastrô

Tv Alterosa

Alterosa Alerta Jornal da Alterosa Alterosa Esporte

Sou BH

Tupi FM

Apresentadores Programação PodCasts Melhores da Bola Tupi

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Nacional
  • Internacional
  • DiversEM
  • Saúde
  • Colunistas
  • Cultura
  • BBB
  • Educação
  • Publicidade Legal
  • Direito e Justiça Minas
  • Regiões de Minas
  • Opinião
  • Especiais
  • #PRAENTENDER
  • Emprego
  • Charges
  • Turismo
  • Ciência
  • Feminino e Masculino
  • Degusta
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Pensar
  • Podcast
  • No Ataque
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Agropecuário
  • Entretenimento
  • Horóscopo
  • Divirta-se
  • Apostas
  • Capa do Dia
  • Loterias
  • Casa e Decoração
  • Mundo Corporativo
  • Portal Uai
  • TV Alterosa
  • Parceiros
  • Blogs
  • Aqui
  • Vrum
  • Sou BH
  • Assine
  • Anuncie
  • Newsletter
  • Classificados
  • Clube do Assinante
  • EM Digital
  • Espaço do Leitor
  • Fale com o EM
  • Perguntas Frequentes
  • Publicidade Legal Aqui
  • Conteúdo Patrocinado
  • Política de privacidade

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.