Estado de Minas - Em Alta
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em Alta
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em Alta
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Entretenimento

Uma aldeia de cerca de 500 moradores já usava canos de cerâmica há 4.000 anos para levar a água da chuva para fora das casas

Guilherme Araújo Por Guilherme Araújo
31/08/2026
Em Entretenimento
O sistema mostra uma preocupação prática com a água dentro de uma comunidade relativamente pequena

O sistema mostra uma preocupação prática com a água dentro de uma comunidade relativamente pequena

Há cerca de quatro milênios, moradores de uma pequena comunidade já encaixavam canos de cerâmica para controlar a água das chuvas. Em Pingliangtai, tubos ligados a valas atravessavam áreas residenciais e espaços públicos. O sistema levava o excesso de água até estruturas conectadas ao fosso que cercava o assentamento.

Por que uma aldeia tão pequena precisava de uma rede de drenagem?

Pingliangtai foi construída numa região baixa sujeita às chuvas de monção e a alagamentos periódicos. Mesmo ficando em um terreno ligeiramente mais alto que a área ao redor, suas casas e caminhos continuavam expostos ao excesso de água.

O estudo sobre o sistema hidráulico data boa parte das casas, valas e tubos entre aproximadamente 4.100 e 3.900 anos atrás. As escavações mostram ainda reparos e reconstruções feitas ao longo da ocupação.

Tubos feitos de cerâmica ajudavam a controlar um problema cotidiano enfrentado pelas moradias

Como os tubos de barro trabalhavam junto com as valas?

A drenagem funcionava em mais de uma escala. Valas acompanhavam áreas próximas das casas, enquanto os tubos cerâmicos apareciam também em pontos públicos, incluindo vias e a região dos portões. Tudo ajudava a conduzir a água para fora das partes ocupadas.

Os tubos eram relativamente curtos e precisavam ser conectados uns aos outros. A maior parte seguia dimensões semelhantes, sinal de uma produção pensada para funcionar como rede. O sistema tinha estas características:

1
Tubos de 30 a 40 centímetros A maior parte das peças tinha esse comprimento e cerca de 20 a 30 centímetros de diâmetro.
2
Peças instaladas com inclinação Muitos tubos foram colocados em ângulos de aproximadamente 3 a 7 graus para favorecer o fluxo.
3
Valas perto das casas Canais menores ajudavam a retirar água das áreas residenciais e levá-la a partes comuns da rede.
4
Saída ligada ao fosso A drenagem estava conectada ao sistema de água mais amplo que cercava a comunidade.

Quantas pessoas viviam naquele assentamento?

Os pesquisadores estimaram a população com base na quantidade e na capacidade das casas alinhadas. O resultado ficou entre 460 e 600 moradores, o que coloca Pingliangtai como uma comunidade de porte médio para aquele contexto.

O local murado ocupava cerca de 3,4 hectares. Uma via central cruzava a área entre os portões, e as casas se organizavam em fileiras dos dois lados. Parte importante da drenagem pública também seguia essa área comum.

O trabalho não terminava quando a rede era instalada:

LeiaTambém

O conteúdo do recipiente permaneceu preservado durante milênios antes de ser analisado

Arqueólogos encontraram uma massa branca dentro de um jarro numa tumba egípcia e análises apontaram queijo de cerca de 3.200 anos

01/09/2026
O objeto reunia diferentes funções em uma solução portátil criada há muitos séculos

Uma peça romana de cerca de 1.800 anos reunia seis utensílios dobráveis, incluindo faca, garfo e colher, como um antigo canivete suíço

01/09/2026
As colmeias mostram que a criação de abelhas fazia parte de uma atividade planejada dentro da cidade

Arqueólogos encontram colmeias de barro de 3.000 anos com restos de abelhas e revelam uma criação organizada dentro de uma cidade

31/08/2026
A inscrição transforma um objeto cotidiano em um registro raro sobre higiene no mundo antigo

Um pente de cerca de 3.700 anos guarda uma frase contra piolhos e ainda conserva restos do parasita entre os dentes

31/08/2026
  • valas precisavam ser limpas quando sedimentos se acumulavam;
  • trechos dos canais foram reconstruídos em diferentes momentos;
  • novos tubos eram instalados onde a drenagem precisava ser reforçada;
  • em situações de bloqueio, novas valas podiam ser abertas para escoar água rapidamente.

Isso mostra uma infraestrutura que exigia manutenção contínua, principalmente durante chuvas fortes.

Leia também: Um bumerangue de 72 centímetros foi esculpido em uma presa de mamute e pode ter até 42.290 anos, com riscos, polimento e pigmento vermelho ainda preservados

Quem mandava construir uma obra usada pela comunidade inteira?

Essa é uma das partes mais interessantes da descoberta. Os pesquisadores não encontraram sinais claros de uma elite poderosa concentrando riqueza em casas ou sepulturas. A organização social parece ter sido menos hierarquizada do que em outros assentamentos da mesma época.

Os dados ficam assim:

Indício O que foi encontrado Leitura
Casas Moradias em fileiras Construções geralmente pequenas e relativamente parecidas. Pouca diferença
Sepulturas Cemitério comunitário Não apareceram diferenças fortes que apontassem uma elite funerária. Sem elite clara
Drenagem pública Tubos e canais A instalação exigia planejamento e trabalho além de uma única casa. Cooperação
A solução revela um nível de planejamento que vai além da simples construção das casas

O que os canos mudam na imagem dessas comunidades antigas?

A análise apresentada pela University College London chama atenção para uma possibilidade: obras públicas complexas não dependiam obrigatoriamente de um governante muito poderoso para existir.

Os canos de cerâmica de Pingliangtai mostram centenas de pessoas lidando com um problema coletivo há quatro milênios. Elas produziram peças padronizadas, abriram valas e mantiveram uma rede ligada ao fosso, mesmo sem sinais arqueológicos claros de uma elite comandando tudo de cima.

💡 Curiosidade Os pesquisadores estimam que Pingliangtai reunia entre 460 e 600 moradores, apesar de manter uma rede de drenagem que atendia áreas privadas e espaços públicos.
Tags: arqueologiaChinadrenagem antigaPingliangtai

Estado de Minas

Política Economia Internacional Nacional Cultura Saúde e Bem Viver EM Digital Fale com EM Assine o Estado de Minas

Entretenimento

Entretenimento Famosos Séries e TV Cinema Música Trends Comportamento Gastronomia Tech Promoções

Estado de Minas

Correio Braziliense

Cidades DF Política Brasil Economia Mundo Diversão e Arte Ciência e Saúde Eu Estudante Concursos Concursos

Correio Web

No Ataque

América Atlético Cruzeiro Vôlei Futebol Nacional Futebol Internacional Esporte na Mídia Onde Assistir

Vrum

Classificados MG Classificados DF Notícias

Lugar Certo

Classificados MG Classificados DF

Jornal Aqui

Cidades Esporte Entretenimento Curiosidades

Revista Encontro

Notícias Cultura Gastrô

Tv Alterosa

Alterosa Alerta Jornal da Alterosa Alterosa Esporte

Sou BH

Tupi FM

Apresentadores Programação PodCasts Melhores da Bola Tupi

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Nacional
  • Internacional
  • DiversEM
  • Saúde
  • Colunistas
  • Cultura
  • BBB
  • Educação
  • Publicidade Legal
  • Direito e Justiça Minas
  • Regiões de Minas
  • Opinião
  • Especiais
  • #PRAENTENDER
  • Emprego
  • Charges
  • Turismo
  • Ciência
  • Feminino e Masculino
  • Degusta
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Pensar
  • Podcast
  • No Ataque
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Agropecuário
  • Entretenimento
  • Horóscopo
  • Divirta-se
  • Apostas
  • Capa do Dia
  • Loterias
  • Casa e Decoração
  • Mundo Corporativo
  • Portal Uai
  • TV Alterosa
  • Parceiros
  • Blogs
  • Aqui
  • Vrum
  • Sou BH
  • Assine
  • Anuncie
  • Newsletter
  • Classificados
  • Clube do Assinante
  • EM Digital
  • Espaço do Leitor
  • Fale com o EM
  • Perguntas Frequentes
  • Publicidade Legal Aqui
  • Conteúdo Patrocinado
  • Política de privacidade

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.