Imposto de Renda 2026: 7 erros comuns que podem te levar à malha fina
Deixar de informar rendimentos a erros de digitação; veja a lista de equívocos mais frequentes na declaração do IRPF e saiba como evitá-los
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A temporada de declaração do Imposto de Renda 2026 está prestes a começar e, com ela, a preocupação de milhares de contribuintes em evitar a temida malha fina. Um simples descuido ou a falta de informação podem gerar pendências com a Receita Federal, resultando em multas e dores de cabeça. O processo, no entanto, pode ser mais simples do que parece.
Para garantir que a entrega ocorra sem problemas, o segredo é a atenção aos detalhes. A Receita Federal aprimora constantemente seus sistemas de cruzamento de dados, o que torna mais fácil a identificação de inconsistências. Conhecer os erros mais comuns é o primeiro passo para uma declaração tranquila e segura.
Veja a seguir sete equívocos frequentes que podem levar sua declaração para a malha fina e saiba como evitá-los.
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Omitir fontes de renda
Deixar de informar qualquer rendimento recebido, como salários de um segundo emprego, aluguéis, pensões, trabalhos como autônomo ou rendimentos de aplicações financeiras, é um dos erros mais graves. A Receita cruza informações de empresas, bancos e imobiliárias, identificando facilmente essas omissões.
Erros na declaração de despesas médicas
Gastos com saúde são dedutíveis, mas é preciso ter cuidado. Informe apenas despesas que podem ser comprovadas com recibos ou notas fiscais. Erros comuns incluem incluir gastos com medicamentos comprados em farmácia (que não são dedutíveis) ou despesas médicas que não sejam do titular ou de seus dependentes declarados.
Digitar números errados
Um simples erro de digitação pode causar grandes problemas. É fundamental revisar todos os valores, CPFs de dependentes, CNPJs de fontes pagadoras e dados bancários. Um único número incorreto pode invalidar uma dedução ou criar uma inconsistência nos dados.
Esquecer os rendimentos dos dependentes
Ao incluir um dependente na declaração, é obrigatório informar todos os rendimentos que ele tenha recebido, como salários de estágio, bolsas de estudo ou pensões. Muitos contribuintes declaram o dependente para obter a dedução, mas se esquecem de sua renda.
Não declarar a venda de bens
A venda de um carro, imóvel ou outro bem de valor precisa ser informada na declaração, mesmo que não haja imposto a pagar sobre o ganho de capital. A omissão dessa transação é um forte indício de irregularidade para o Fisco.
Confundir PGBL com VGBL
Os planos de previdência privada têm regras distintas. As contribuições para um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) podem ser deduzidas da base de cálculo do imposto, até o limite de 12% da renda bruta tributável anual. Já o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) não permite essa dedução. Trocar um pelo outro leva a uma declaração incorreta.
Deixar de incluir benfeitorias em imóveis
Reformas e melhorias realizadas em um imóvel, desde que possam ser comprovadas com notas fiscais, devem ser somadas ao valor de aquisição do bem. É importante incluir apenas benfeitorias significativas (reformas estruturais), não manutenções rotineiras. Isso aumenta o custo do imóvel e pode reduzir o imposto sobre ganho de capital em uma futura venda.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.