Guia do Imposto de Renda: 3 investimentos isentos em 2026
Conheça CRI, CRA e debêntures incentivadas: aplicações que ainda oferecem isenção de IR para pessoa física
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Com a temporada de declaração do Imposto de Renda em andamento, muitos brasileiros buscam maneiras de otimizar seus ganhos e reduzir a mordida do Leão de forma legal. Uma das estratégias mais eficazes é direcionar recursos para algumas aplicações financeiras cujos rendimentos ainda permanecem isentos de tributação para pessoas físicas, o que potencializa o retorno final do seu dinheiro.
Esses investimentos costumam estar atrelados a setores considerados estratégicos para o desenvolvimento do país, como o imobiliário, o agronegócio e a infraestrutura. O governo abre mão do imposto sobre os lucros para estimular a captação de recursos para essas áreas. Conhecer essas opções permite diversificar a carteira e construir um patrimônio com mais eficiência.
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Importante: desde 1º de janeiro de 2026, LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) passaram a ser tributadas com alíquota de 7,5% sobre os rendimentos para novos investimentos. Apenas CRI, CRA e debêntures incentivadas mantiveram a isenção total de Imposto de Renda para pessoas físicas.
Para quem busca alternativas à poupança, que também é isenta mas oferece baixo retorno, o mercado disponibiliza produtos de renda fixa com atratividade superior. É fundamental, no entanto, entender o perfil de cada um, considerando fatores como liquidez, risco e rentabilidade. Abaixo, listamos três alternativas para você analisar.
CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários): este título é lastreado em créditos do mercado imobiliário, como aluguéis ou parcelas de financiamento. Diferente da LCI, o CRI é emitido por securitizadoras e não tem a cobertura do FGC, o que geralmente se traduz em taxas de retorno mais elevadas para compensar o risco maior.
CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio): funciona de maneira similar ao CRI, mas com foco no financiamento da cadeia produtiva do agronegócio. Também é emitido por securitizadoras e não conta com a proteção do FGC, sendo indicado para investidores com maior tolerância a riscos em busca de melhores rendimentos.
Debêntures Incentivadas: são títulos de dívida emitidos por empresas para financiar grandes projetos de infraestrutura, como rodovias, portos e usinas de energia. Por serem de interesse estratégico para o país, o governo concede isenção de Imposto de Renda sobre seus rendimentos para incentivar o investimento de pessoas físicas.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.