Fim do expediente, pessoas se encontrando, mesas ocupadas, músicos se preparando, copos e pratos chegando. Na quinta-feira, a semana começa a mudar de ritmo em Belo Horizonte. Ainda não é sexta-feira, mas bares e restaurantes já encontram um público disposto a sair da rotina, encontrar amigos, comer, beber e ouvir música. Em diferentes pontos da cidade, a programação ao vivo passou a ocupar justamente esse intervalo entre os dias úteis e o fim de semana, transformando a quinta em uma noite com identidade própria.



A escolha do dia não parece ser por acaso. Para a professora dos cursos de gastronomia do UniBH e do Le Cordon Bleu Larissa Fernandes, a quinta-feira reúne uma característica que interessa tanto ao consumidor quanto aos estabelecimentos: a sensação de que o fim de semana está próximo, mas sem a mesma disputa por público existente na sexta e no sábado.




Nesse cenário, a música ao vivo pode ser justamente o elemento que convence o cliente a sair de casa – depois do trabalho, inclusive, para uma espécie de relaxada antes da sexta-feira. “Na sexta e no sábado, você não precisa convencer tanto a pessoa a sair, porque ela já está procurando o que fazer. Na quinta acho que precisa existir um motivo. E a música pode ser esse motivo”, afirma Larissa.



É uma saída que muitas vezes começa despretensiosa. “É quase um ‘vamos só tomar alguma coisa depois do trabalho’ que acaba virando um jantar, uma cerveja, mais um petisco...” Depois de segunda, terça e quarta, a proximidade da sexta muda a disposição do consumidor. “A pessoa ainda está na rotina, mas mentalmente já está começando a desacelerar”, observa.



Isso abre espaço para programas que não necessariamente exigem uma noite inteira dedicada à diversão. “Existe uma disposição maior para fazer alguma coisa diferente, mas normalmente sem querer aquele compromisso de uma noite muito longa. Um bar com música, um jantar, um happy hour entram muito bem aí. Um momento que não seja tão longo, mas que exista.”



Palco para o jazz



No Lagar Tragaluz, Bairro Lourdes, Região Centro-Sul de BH, a percepção é de que a quinta-feira tem potencial justamente por ocupar um espaço intermediário. “É quando o público começa a desacelerar a semana e buscar experiências fora da rotina, mas ainda não entrou propriamente no ritmo do fim de semana”, explica o diretor-executivo do grupo Tragaluz, Pedro Navarro. Ali, as apresentações de jazz ajudam a transformar o jantar em um momento mais longo e compartilhado.


A curadoria musical do Lagar procura artistas e repertórios com qualidade e personalidade, como o baterista sueco Bo Hilbert

Magê Monteiro/Divulgação



“A resposta do público foi mostrando que havia espaço para esse formato e que a combinação entre gastronomia, ambiente e música fazia sentido para a casa”, afirma Pedro. A música ao vivo, nesse contexto, não funciona apenas como trilha sonora. Ela muda a maneira como o cliente se relaciona com o restaurante. A percepção é de que ele não vai apenas para jantar, mas para viver a noite.



Há, inclusive, um público que já escolhe especificamente a quinta-feira para frequentar a casa. São pessoas interessadas no jazz, que vão encontrar amigos, comemorar ocasiões ou simplesmente sair da rotina durante a semana. A casa cobra R$ 20 de couvert artístico.



Nada é isolado



A curadoria musical também é pensada em sintonia com a identidade do restaurante. Mais do que seguir um gênero único, o Lagar procura artistas e repertórios com qualidade e personalidade. “Nenhum desses elementos é pensado de forma isolada. A gastronomia, o ambiente, o serviço e a música precisam construir a mesma coisa. A música deve estar presente sem tirar o protagonismo da conversa, da comida e do encontro”, coloca Pedro.


Carpaccio com alcaparras, noz pecã caramelada, mostarda, azeite e parmesão: itens para compartilhar são requisitados nas noites de jazz do Lagar

Magê Monteiro/Divulgação



A estratégia tem ajudado tanto na conquista de novos clientes quanto na volta de quem já conhece o restaurante. “A programação cria uma nova razão para conhecer o Lagar e também estimula quem já conhece a casa a voltar em uma noite diferente”, explica.



E a mudança no ritmo da noite chega à mesa. Quando tem música, itens para comer que favorecem a permanência e o compartilhamento ganham espaço, assim como as bebidas. Entre as opções, panelinha de cogumelos, gema aquecida, queijo curado e pão da casa (R$ 73) e carpaccio com capperini (alcaparras pequenas), noz pecã caramelada, mostarda, azeite e nuvem de parmesão (R$ 69).


Sem desafinar



Jazz, samba, MPB, rock... Os gêneros musicais criam atmosferas distintas e, consequentemente, atraem públicos diferentes. “A música diz muito sobre o lugar. Se eu falo que determinado restaurante tem jazz toda quinta, provavelmente você já começa a imaginar uma atmosfera. Se eu falo samba, você imagina outra.” Por isso, a professora de gastronomia Larissa Fernandes considera fundamental que a programação tenha coerência com os demais elementos do estabelecimento. “A escolha musical ajuda a comunicar quem aquele estabelecimento é e também quem ele quer atrair. Para mim, precisa existir uma coerência entre música, cardápio, ambiente, preço e público.”



Escuta e apreciação



No restaurante Cozinha Santo Antônio, Bairro Santo Antônio, Região Centro-Sul, a quinta-feira também foi escolhida por ocupar esse lugar entre a rotina e o fim de semana. A chef Juliana Duarte define como “aquele dia gostoso que já é quase fim de semana, mas não é ainda”. Para ela, é uma noite mais tranquila, sem a agitação da sexta-feira, propícia à apreciação.



A proposta da casa, porém, vai além. A programação reúne música, poesia e gastronomia, criando um ambiente voltado à fruição e à escuta. “A casa fica mais alegre e descontraída, tem uma beleza diferente. E, como misturamos música, poesia e comida boa, as pessoas estão mais abertas à fruição, à escuta e à apreciação”, afirma a chef.


Na última Quinta dos Bons Encontros, o Cozinha Santo Antônio recebeu o projeto ligado à experimentação Imprevisto

Juliana Duarte/Divulgação



O público das quintas-feiras também apresenta um perfil particular. Segundo Juliana, são pessoas com expectativas diferentes das de quem frequenta o estabelecimento no almoço e uma turma mais ligada à cultura, atraída pela música e pela poesia.



O programa é escolhido levando em conta tanto o público que a casa já tem quanto aquele que deseja atrair, sempre em sintonia com a proposta de valorizar a cultura mineira e brasileira. Por isso, são convidados artistas que trabalham com MPB e chorinho, além de projetos autorais ligados à experimentação.



A iniciativa ajudou a conquistar novos clientes, mas, sobretudo, fortaleceu a imagem e o posicionamento do restaurante. “Contribui para conquistar novos clientes e principalmente para fortalecer nossa imagem, posicionamento e princípios de valorização da cultura mineira e brasileira”, diz.


Bons encontros



Na mesa, a música também produz efeitos. A chef percebe aumento no consumo, principalmente de drinques e vinho. A permanência é tão significativa que, segundo ela, “a casa não roda nesses dias” – ou seja, as mesmas pessoas ocupam as mesas do início ao fim da noite. Entre os itens que fazem sucesso, estão o pastel de queijo com tartare de tomate (R$ 42 – quatro unidades) e o torresmo de barriga com limão capeta (R$ 44).




A relação entre programação e gastronomia chega ao cardápio. O restaurante muitas vezes cria pratos e petiscos especiais para a ocasião, principalmente quando se trata de um repertório diferente ou temático. Na quinta passada, que teve a apresentação do Imprevisto, projeto musical autoral de Cris Vaz e Henrique Cabral, com poemas lidos por Raquel Pedras, a casa serviu repolho grelhado com manteiga de missô, kimchi e falso purê de castanha.



A iniciativa, chamada Quinta dos Bons Encontros, já tem quatro anos. Para Juliana, não se trata simplesmente de colocar música ao vivo no restaurante. “É um projeto. A partir do momento em que associamos música, poesia e comida, estamos criando também um espaço para valorizar e divulgar músicos e poetas e provocar esse momento de pausa e respiro para apreciar a arte.”



A chef ressalta que nem todas as noites são necessariamente lucrativas do ponto de vista financeiro e que nem sempre é possível remunerar os artistas como gostaria (R$ 20 de couvert artístico são inteiramente repassados para quem se apresenta). Ainda assim, o projeto, em parceria com Lena Cunha, gestora cultural, e Raquel Pedras, artista e poeta, continua aberto às manifestações culturais.


Um piano e um convite



O bar A Porca Voadora, no Bairro Serra, Região Centro-Sul, começou a programação às quartas-feiras, mas percebeu que concorria com as partidas de futebol. Sextas e sábados, por sua vez, já tinham uma agenda bastante movimentada na cidade e também coincidiam com a agenda de shows dos músicos. A quinta acabou se mostrando uma alternativa mais interessante. “A opção pelas quintas-feiras tem dado certo e se consolidou”, afirma a chef Bruna Rezende.


O bar A Porca Voadora já teve apresentação da cantora, compositora e instrumentista Isaddora

Lucas Cancela/Divulgação



Desde o início, o bar colocou um piano e passou a convidar instrumentistas e autores da atual geração, incluindo artistas premiados. Entre os nomes estão Rafael Martins e Davi Fonseca, além de músicos de fora que estão de passagem por Belo Horizonte e procuram a casa para se apresentar.



O público das apresentações é variável, mas alguns músicos já chegam acompanhados de uma plateia fiel. Ao mesmo tempo, esse é um espaço aberto para novos artistas que procuram o estabelecimento e despertam interesse. A única exigência é que as apresentações individuais ou em duo incluam o piano. Cada músico ou grupo faz uma temporada de um mês – em setembro, é a vez de Carla Sceno.



A música também funciona como uma espécie de convite para conhecer a gastronomia. “Muitas pessoas vêm a primeira vez para ouvir os músicos e passam a conhecer e frequentar a casa”, conta Bruna. Entre as indicações, bolo de atum da vó Glorinha (R$ 40) e língua de boi com pamonha frita (R$ 57).




Para a chef, comida, música, bebida e ambiente estão diretamente ligados à identidade do estabelecimento. “Acho que todas essas coisas são interligadas e fazem a identidade da Porca. Sem pretensões, mas sempre mirando realizar e cumprir o bar que nós sonhamos ter.”


Patrimônio de Minas



O bar se orgulha de manter a programação durante três anos, sem falhar uma semana – com exceção das pausas de janeiro e fevereiro – e de ter se consolidado como referência musical. A divulgação da programação ocorre no início de cada mês, quando a casa anuncia a temporada nas redes sociais, produz materiais com os músicos e faz uma nova chamada a cada semana.


A música convida para conhecer a gastronomia do A Porca Voadora, que surpreende com a língua de boi com pamonha frita

Joana Spadinger e Ethel Braga/Divulgação



Na visão de Bruna, a quinta-feira musical não surgiu em uma cidade sem tradição nesse campo. “BH sempre teve uma noite de bares e música muito diversificada e agitada. Choro nas segundas-feiras, a agitação musical de Santa Teresa e, em alguns momentos, até mais do que hoje em dia.” A intenção é fazer parte desse cenário e manter as portas abertas para “um dos maiores patrimônios de Minas: a música e os músicos mineiros”.


Um cantinho, um palco



Em algumas casas, a aposta está no jazz. Em outras, no samba, no choro e na MPB. Há lugares que chegaram às quintas musicais por experimentação e outros que já nasceram com a programação artística incorporada ao conceito. Em comum, a percepção de que, quando a música encontra a mesa, a noite pode deixar de ser apenas uma refeição e ganhar outro ritmo.



A quinta-feira é descrita no Duplex, que fica na Galeria São Vicente, Centro de Belo Horizonte, como o dia em que as pessoas sentem que “venceram a semana”. Para Victor Velloso, músico e proprietário da casa, é a verdadeira véspera: a sexta-feira já funciona, na prática, como começo do fim de semana. “Na sexta e no sábado ninguém precisa de muito motivo para sair de casa. Na quinta, uma atração especial ajuda a criar esse motivo”, afirma.


Thiago Delegado é quem comanda a programação do Duplex, que não se limita a um único gênero musical e reúne diferentes gerações

Anna Avelar/Divulgação



No caso do Duplex, há ainda uma relação histórica com a quinta-feira. A DelegasCia, projeto de Thiago Delegado escolhido para assumir a programação, nasceu em 2008 e construiu boa parte de sua trajetória a partir de encontros neste mesmo dia da semana.



Atualmente, a quinta é o único dia em que o Duplex funciona regularmente à noite, o que fez com que a programação criasse um público e uma dinâmica próprios. “A atração tem mais peso na decisão e faz com que o público venha de maneira mais intencional”, explica.




A DelegasCia reúne gerações diferentes. Jovens, músicos, pessoas que acompanham Thiago há muitos anos e clientes que conheciam o Duplex durante o dia e passam a frequentar o espaço à noite. “Não é uma noite definida por uma faixa etária, mas por uma afinidade”, diz Victor.



A curadoria também não parte necessariamente de gêneros musicais. “A gente pensa em uma linguagem. Queremos música que tenha personalidade, músicos bons, alguma margem para improvisação e descoberta e, sobretudo, que mereça ser ouvida.” A DelegasCia transita pelo jazz, samba, choro e música brasileira, sem fronteiras rígidas. Por ser uma jam session (encontro de músicos sem ensaio prévio ou repertório fixo), cada quinta-feira pode ser diferente da anterior.


No meio do caminho



No Duplex, a integração entre música e gastronomia foi pensada desde o projeto arquitetônico. “Acho que o erro seria pensar primeiro num restaurante e depois simplesmente acrescentar um palco”, afirma. Música, arquitetura, iluminação, sistema de som, comida e bebida foram pensados como partes de um mesmo ambiente. O desafio, segundo ele, é encontrar equilíbrio para que a música tenha presença sem eliminar a convivência.



O estabelecimento investiu em sistema de som e tratamento acústico e quer a música como protagonista. Ao mesmo tempo, procura preservar as conversas. “O Duplex não é uma sala de concerto e também não queremos que o músico seja apenas som ambiente. É justamente essa região intermediária que nos interessa: você consegue prestar atenção ao que está acontecendo no palco, mas continua sentado à mesa, comendo, bebendo e conversando.”


Noites mais longas



A música também altera o comportamento de consumo. Victor percebe um ritmo diferente nas noites de apresentação. “A música alonga a ocasião. Não é necessariamente aquela lógica mais objetiva de chegar, jantar e ir embora. As pessoas compartilham mais coisas, pedem uma bebida, depois outra, dividem um prato, assistem a mais um momento do show.”


A flautista Marcela Nunes já se apresentou no DelegasCia, que dá liberdade para a improvisação

Anna Avelar/Divulgação



Nesse processo, o cliente passa a conhecer o cardápio e a criar vínculos com a casa. “A permanência também aumenta e não parece induzida. Ela acontece porque ainda existe alguma coisa acontecendo. O cliente não sente que simplesmente terminou de consumir e precisa decidir se vai embora”, explica.


Vermute e pizzetas



Entre as apostas gastronômicas da quinta-feira, está o vermute, que se tornou carro-chefe do Duplex. A receita feita na casa teve crescimento exponencial nas vendas e, mesmo com poucos meses de operação, já concorre ao prêmio de melhor vermute do Brasil na premiação Melhores da Taça, que será realizada hoje em São Paulo.



O vermute é descrito como um aperitivo para conversa, que pode ser consumido devagar e de diferentes maneiras. Lá, ele é servido em quatro versões: puro (com gelo, laranja e azeitona); preparado (com gotas de gim e bitter); sifón (com água com gás) e americano (com Campari). As doses com o vermute da casa custam R$ 25 e com o vermute especial da semana, escolhido entre vários rótulos exclusivos que fazem parte da carta, R$ 55.




Como o Duplex se comunica diretamente com o Pirex, outra casa de Victor, que também ocupa a Galeria São Vicente, os pratos para compartilhar também funcionam bem. As pizzetas, entre elas a de frango com molho caesar e croutons (R$ 44), caíram no gosto do público e costumam esgotar. “Música ao vivo pede uma mesa menos formal: alguma coisa no centro, copos sendo repostos e gente permanecendo em volta dela”, resume Victor.



Couvert ganha-ganha



Victor Velloso observa que o público de Belo Horizonte ainda demonstra resistência ao couvert artístico, apesar de se orgulhar da cena musical da cidade. Por isso, o Duplex criou o chamado couvert ganha-ganha: quem contribui com o couvert (opcional) de R$ 20 tem direito a duas horas de rodada dupla de cerveja, das 20h às 22h, com o apoio de um patrocinador. A estratégia busca incentivar a contribuição aos artistas e a valorização da música.


Ao som do jazz



Movimentar a quinta-feira significa também distribuir melhor o faturamento ao longo da semana. Um dia que poderia ter fluxo menor passa a ter um atrativo próprio, permitindo aproveitar melhor estrutura e equipe e, ao mesmo tempo, propor novos hábitos aos clientes. “Não adianta pensar só em sexta e sábado lotados e ter vários outros dias com a casa vazia”, alerta a professora de gastronomia do UniBH e do Le Cordon Bleu Larissa Fernandes.



O som tem levado bom movimento ao Nino Cucina, no Lourdes, Região Centro-Sul da capital, e reúne tanto clientes que já frequentam o estabelecimento durante a semana quanto um público novo, atraído principalmente por indicações de pessoas que já viveram e aprovaram a experiência. O perfil é amplo: casais, grupos de amigos e pessoas que saem depois do trabalho. “Abraçamos todos esses perfis”, diz Tude Terêncio, gestor regional do grupo Alife Nino.



A programação musical aposta no jazz, com canções famosas de diferentes países e estilos, mantendo foco maior na música italiana. Com isso, o ambiente fica mais relaxado e imersivo. A percepção da casa é de que isso também pode favorecer o aumento do consumo e do ticket médio. “O tempo de permanência nas mesas aumentou e, consequentemente, observamos um crescimento notável no consumo de vinhos”, afirma Tude. O restaurante não cobra couvert artístico.




Lá, a integração com a gastronomia é deliberada. “A harmonização musical é parte da experiência. Nos preocupamos em alinhar o repertório ao ambiente, aos pratos e aos vinhos”, explica. Entre os destaques gastronômicos das noites de quinta, estão a burrata assada com tomates (R$ 75), a polenta cremosa com fonduta de parmesão e gema de ovo caipira (R$ 69) e o bolinho de risoto de tomate com muçarela derretida (R$ 43).



Por enquanto, o projeto é experimental, mas os resultados vêm fazendo com que a música passe gradativamente a integrar a assinatura e a identidade do Nino. As reservas e a lotação ainda dependem do fluxo geral de movimento e dos eventos da cidade, mas a experiência já trouxe uma percepção clara sobre o comportamento do consumidor. “O cliente procura uma experiência agradável e a música ao vivo, principalmente o jazz ambiente como temos no Nino, é o elo que entrega esse valor.”



Para Tude, a quinta-feira reúne justamente as condições para uma saída mais tranquila. “É o momento ideal para quebrar a rotina da semana de forma mais tranquila, aproveitando para relaxar e já antecipar o clima do fim de semana em um ambiente agradável.”



Serviço


Lagar Tragaluz



  • Avenida Olegário Maciel, 1600, Lourdes

  • (31) 99562-7137

  • Todos os dias, das 11h30 às 23h

  • @lagarbh


Cozinha Santo Antônio



  • Rua São Domingos do Prata, 453, Santo Antônio

  • (31) 98218-6427

  • Terça e quarta, das 12h às 15h

  • Quinta, das 12h às 15h e das 19h às 23h

  • Sexta, das 12h às 16h30 e das 19h às 23h

  • Sábado e domingo, das 12h30 às 17h30

  • @cozinha_santoantonio


A Porca Voadora



  • Rua do Ouro, 1709, Serra

  • (31) 98380-5775

  • Quarta, das 18h às 23h30

  • Quinta, das 12h às 16h e das 18h às 23h30

  • Sexta e sábado, das 12h às 23h30

  • Domingo, das 12h às 17h

  • @aporcavoadorabar


Duplex

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  • Avenida Amazonas, 1073, segundo andar, Centro

  • Quarta e sexta, das 10h às 18h

  • Quinta, das 10h à 0h

  • Sábado e domingo, das 9h às 18h

  • @duplex.bh


Nino Cucina



  • Rua Curitiba, 2090, Lourdes|

  • (11) 3368-6863

  • De segunda a quinta, das 12h às 15h e das 19h às 23h

  • Sexta e sábado, das 12h às 16h e das 19h à 0h

  • Domingo, das 12h às 16h

  • @nino.belohorizonte


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