Nando Reis não se contentou em desfilar os hits de sua carreira solo e da época dos Titãs. Foi além, pegou o girassol de uma fã e ainda autografou um tênis All Star azul de outra menina.

Foi a deixa para tocar a música feita homenagem à amiga Cássia Eller (1961-2002). “Essa canção eu escrevi pra contar a história de uma amizade. Dessa história que eu vivi, eu compreendi uma coisa muito elementar. A verdadeira relação com a pessoa, descoberta do que aquela pessoa representa pra você é através de coisas elementares”, disse o músico

Aos 63 anos, Nando ainda parece o garoto de 20 e poucos que surgiu com os Titãs na década de 1980. Controlou o público como se fosse um maestro e não deixou a energia cair em momento nenhum.

Nando Reis emocionou o público ao tocar os principais sucessos da carreira solo Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
Nando Reis emocionou o público ao tocar os principais sucessos da carreira solo Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
Nando Reis emocionou o público ao tocar os principais sucessos da carreira solo Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
Nando Reis emocionou o público ao tocar os principais sucessos da carreira solo Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
Nando Reis emocionou o público ao tocar os principais sucessos da carreira solo Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press
Festival acontece neste sábado na esplanada do Mineirão Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Nando Reis emocionou o público ao tocar os principais sucessos da carreira solo Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press

No repertório, “Relicário”, “N”, “Pra você guardei o amor”, “Marvin” e, claro, “All Star azul”. No meio de “O mundo é bom, Sebastião”, disse: "Eu não sou ingênuo. Sei que esse mundo não tá nada bão. Tá uma merda. Mas não podemos deixar esse mundo assim".

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Terminou com "Do seu lado", que, embora seja sucesso na versão do Jota Quest, foi composta pelo ex-titã.

compartilhe