TAPETE VERMELHO

Irreconhecível: veja o look de Bad Bunny no Met Gala que chocou a web

Em uma conexão direta com seu último álbum, o cantor usou o maior palco da moda para provar que o corpo é arte, aparecendo décadas mais velho

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Na noite dessa segunda-feira (4/5), o tapete do Met Gala 2026 foi palco de uma das aparições mais ousadas e comentadas da edição. Bad Bunny, nome artístico do cantor Benito Antonio Martínez Ocasio, surpreendeu ao surgir completamente transformado, dentro do dress code “Moda é arte”. 

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Bad Bunny apareceu envelhecido e até usou uma bengala para se locomover no Met Gala
Bad Bunny apareceu envelhecido e até usou uma bengala para se locomover no Met Gala AFP

Fugindo de qualquer expectativa convencional, o artista porto-riquenho encarnou uma versão envelhecida de si mesmo, em uma caracterização hiper-realista que chamou atenção pela riqueza de detalhes. Com próteses faciais assinadas pelo maquiador Mike Marino, o cantor apareceu com rugas profundas, cabelos e barba brancos, além de uma expressão mais madura, como se tivesse avançado décadas no tempo.

A transformação, segundo o próprio artista, “levou 50 anos para ficar pronta”. Vestindo um look preto desenvolvido em colaboração com a Zara e apoiado em uma bengala que completava a composição, Bad Bunny não apenas chamou atenção estética, mas também propôs reflexão. 

A escolha dialoga diretamente com o conceito da exposição do Costume Institute neste ano, “A Arte do Vestuário”, que investiga a relação entre moda, arte e corpo. A mostra, curada por Andrew Bolton, explora diferentes representações do corpo ao longo da história — incluindo categorias frequentemente negligenciadas pela indústria, como o corpo envelhecido. 

Ao trazer o envelhecimento para o centro do tapete vermelho — um espaço tradicionalmente associado à juventude e à idealização estética —, o artista subverteu expectativas e ampliou o debate sobre como o tempo e o corpo são retratados na moda. A escolha ganha ainda mais força diante de uma indústria historicamente orientada pela valorização do novo e do jovem.

Mais do que um truque visual, a aparição também estabelece um diálogo com sua própria obra. No álbum “Debí tirar más fotos” (2025), o cantor já havia explorado a passagem do tempo, inclusive com representações de si mesmo em versões futuras.

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