Cinema

Documentário aborda a relação entre ficção e vida real na obra de Tarantino

Disponível no streaming CurtaOn, ‘Escrito e dirigido por Quentin Tarantino’ traz depoimentos de pessoas próximas ao cineasta

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Ficção e realidade se misturam na obra de Quentin Tarantino, o mais pessoal cineasta norte-americano de sua geração. Esta é a defesa de "Escrito e dirigido por QuentinTarantino", produção da Arte France dirigida por France Swimberge que está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários, o streaming do Canal Curta!

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A partir de entrevistas com profissionais do cinema que trabalharam em seus filmes – são nove longas até hoje –, o documentário busca desvendar seu processo criativo. E este passa por sua própria história de vida, de um menino solitário de Knoxville, no Tennessee, que passou boa parte da infância numa sala de cinema.

Filho da enfermeira Connie McHugh, mãe solteira aos 16 anos, o menino Quentin conheceu o cinema por meio de um dos namorados dela. O músico Curt Zastoupil foi o mais próximo que ele teve de uma figura paterna. Como trabalhava à noite, tinha os dias vagos. As segundas-feiras eram o dia que ele levava o enteado ao cinema.

“Acho queTarantinoviu mais filmes do que qualquer pessoa no mundo. Sua cultura e sua memória cinematográfica são uma coisa de louco”, destaca o ex-assistente do cineasta, Ziad Doueiri. Desde sempre Los Angeles era o objetivo final dele. Chegou à cidade na juventude, passou anos trabalhando como atendente de locadora.

O documentário se apoia em depoimentos de gente que trabalhou proximamente a ele. O casal David e Sandy Reynolds-Wasco, ambos diretores de arte, fez parte da equipe de filmes como “Cães de aluguel” (1992), “Pulp Fiction” (1994), “Jackie Brown” (1997), os dois “Kill Bill” (2003-2004) e “Bastardos inglórios” (2009). Já Wensley Clarkson é autor de uma biografia do diretor.

A voz do próprio biografia é ouvida por meio de imagens de arquivos que o mostram em ação. “Eu queria ir para o período mais sombrio da história dos Estados Unidos”, diz ele sobre sua intenção ao fazer “Django livre” (2012), que acompanha a jornada de um escravizado liberto em ritmo de faroeste.

Como para Tarantino a arte imita a vida, Jackie Brown, por exemplo, foi criada a partir de uma grande amiga de sua mãe, muito presente em sua adolescência.

A própria Connie espelhou a criação de duas personagens muito importantes da mitologia tarantinesca: Shosanna, a judia francesa que planeja sua vingança contra os nazistas durante a estreia de um filme em “Bastardos inglórios” e Beatrix Kiddo, A Noiva de “Kill Bill”, assassina que quer se vingar de seu ex-amante.

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“ESCRITO E DIRIGIDO POR QUENTIN TARANTINO”
O longa está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários, no Prime Video Channels, na Claro tv+ e no site curtaon.com.br

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