Ex-baterista do Titãs é confundido nas ruas com vilão de 'O agente secreto'
Charles Gavin diz que, 'em vão', tentava explicar a confusão, mas que ninguém acreditava, então resolveu 'apenas sorrir' ao ser abordado
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Confundido com Roney Villela, ator de "O agente secreto", o produtor musical e ex-baterista dos Titãs Charles Gavin resolveu "adotar" os elogios pela atuação do artista no longa, após cansar de explicar que não integra o elenco. Villela faz o papel de Augusto, o matador de aluguel do filme, que concorre a quatro categorias do Oscar neste domingo (15/3).
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Em suas redes sociais, Gavin contou que foi abordado nas ruas com elogios por sua atuação como o matador de "O agente secreto" e que, no começo, não entendeu bem o que acontecia até ver o longa e constatar alguma semelhança entre ele e o personagem de Villela.
"Aproveito o momento para repassar os inúmeros elogios que tenho recebido, nas últimas semanas, pela marcante atuação de Roney Villela no longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, concorrente ao Oscar, hoje", destacou em suas redes sociais, onde publicou uma foto sua ao lado do personagem Augusto.
"Assim como milhões, vi o filme no cinema e amei. Além das reflexões que sua narrativa propõe, saí sentindo orgulho da produção cultural brasileira, que há décadas dá inquestionáveis demonstrações de sua relevância e excelência. E constatei que, de fato, a semelhança com o personagem que Roney Villela interpreta, o Augusto, acontece em alguns ângulos, em algumas cenas, apenas. Mas é o suficiente", destacou.
Ele disse que ficava "constrangido", tentando explicar que os dois não eram a mesma pessoa, mas, segundo o produtor musical, ninguém acreditava. "As pessoas achavam que eu estava desconversando, negando, fugindo para me desvencilhar da situação… Resolvi então apenas sorrir, não dizer nada… Se querem acreditar que encontraram o ator de 'O agente secreto', que assim seja", destacou.
De acordo com o músico, essa não é a primeira vez que ele é confundido por atuações em filmes de que ele nunca participou e cujo ator era Paulo Miklos, que também fez parte da banda Titãs.
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"Há tempos, me acostumei a receber comentários positivos pelas minhas 'atuações' em outros filmes: 'O Invasor' (2001), 'Estômago' (2007), 'É proibido fumar' (2009), 'O homem cordial' (2019), e por aí vai. Tentava esclarecer que não era eu o ator, e sim Paulo Miklos, meu eterno parceiro. Em vão, também", relatou.