O membro do Conselho de Administração da Petrobras, Fernando Coura, em visita ao Campo de Urucu, no estado do Amazonas, é um grande defensor do novo conceito “Não há Transição, há Adição Energética”, defendido por Daniel Yergin em artigo publicado na revista The Economist. A tese consiste em uma abordagem que compreende o petróleo e gás como base estrutural por décadas, ao passo que a energia renovável cresce de forma complementar.

AngloGold Ashanti amplia investimento social para R$ 30 milhões em 2026

A AngloGold Ashanti anunciou que destinará R$ 30 milhões a iniciativas sociais no Brasil em 2026, mais que o dobro do valor investido no ano anterior. Os recursos serão aplicados em 70 projetos nas áreas de desenvolvimento social, cultura, saúde, educação, meio ambiente, esporte e geração de renda em Minas Gerais.

Criado em 2025, o Instituto AngloGold Ashanti apoiou mais de 40 projetos em seu primeiro ano, com investimentos superiores a R$ 13 milhões. Para 2026, a estratégia inclui o uso de recursos próprios e leis de incentivo, além de fundos específicos.

Entre os destaques está o Programa Parcerias Sustentáveis, que chega à 16ª edição com 19 empreendimentos sociais selecionados em Minas Gerais para receberem suporte direto. Desde 2010, o programa já beneficiou mais de 300 projetos e 210 mil pessoas, com investimentos superiores a R$ 15 milhões.

ArcelorMittal inaugura planta em MG com investimento de R$ 2,5 bilhões e triplica produção em Serra Azul

A ArcelorMittal Brasil inaugurou, em 18 de março, uma nova planta de beneficiamento de minério de ferro na unidade de Serra Azul, em Itatiaiuçu, com investimento de R$ 2,5 bilhões. A expansão permitirá elevar a produção anual de 1,5 milhão para 4,5 milhões de toneladas e integra o ciclo de investimentos de R$ 25 bilhões da companhia no país, iniciado em 2022 e em fase final. A Mina de Serra Azul, em operação desde 1969 e adquirida em 2008, terá sua vida útil estendida até 2056.

O minério produzido — pellet feed com cerca de 67% de teor de ferro — será destinado à planta do grupo no México, com transporte ferroviário de cerca de 500 quilômetros até o Porto Sudeste para exportação. O projeto mobilizou grande estrutura de engenharia, incluindo 17 mil toneladas de equipamentos e estruturas metálicas, 700 quilômetros de cabos elétricos, 35 mil metros cúbicos de concreto, 2,5 milhões de metros cúbicos de movimentação de terra e 4 mil toneladas de vergalhão, além de gerar 332 empregos permanentes, praticamente dobrando o quadro da unidade.

A nova planta incorpora tecnologias voltadas à eficiência energética e à sustentabilidade, com recirculação de mais de 90% da água utilizada e sistema de filtragem de rejeitos que elimina a necessidade de barragens, prática adotada pela empresa desde 2012. Apesar do aumento expressivo da produção, a área lavrada foi ampliada em apenas 13%, reforçando o compromisso com a redução de impactos ambientais e o desenvolvimento das comunidades da região.

R$ 7 bilhões
É o valor previsto para o acordo em vias de ser celebrado entre a Vale e o Ministério dos Transportes, envolvendo concessões da empresa e obras da FICO.

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