Quinze padarias de cinco regiões da cidade concorrem na primeira edição da Padocaria-BH, que vai premiar oito categorias: pão francês, pão artesanal, pão de queijo, broinha, bolo, café, melhor padaria de BH e atendimento.

A premiação será realizada nesta quinta-feira (5/11), a partir das 19h, no Krug Biergarten, no Jardim Canadá. Criado pelo gastrônomo Eduardo Maya e pelo jornalista gastronômico Miguel Icassatti, o projeto chega a Belo Horizonte após cinco edições em São Paulo, com a proposta de valorizar a cultura das padarias e sua relação com os bairros.

A primeira etapa reuniu 236 estabelecimentos e registrou mais de 13 mil votos, que apontaram os 15 finalistas. O resultado da segunda etapa, com voto de júri técnico, será conhecido hoje.

FINALISTAS


Concorrem pela regional Centro-Sul Padaria Vianney (Funcionários), A Padaria por Patrícia Drumond (Belvedere) e Boníssima (Lourdes); pelo Barreiro/Oeste, Geração do Pão (Bairro das Indústrias), Panificadora Mata das Borboletas (Buritis), Manteiga Caramelo (Gutierrez); pela Pampulha/Noroeste, Padaria Padre Eustáquio (Padre Eustáquio), Coisa de Vó (Santa Amélia) e Ping Pão (Dona Clara); pela Norte/Venda Nova, Padaria Céu Azul (Céu Azul), Galeria dos Pães BH (Floramar) e Trigo Pinho (Planalto) e pela Nordeste/Leste, Padaria Pedro Padeiro (Santa Tereza), Forno D'Oro ( Nova Floresta) e Panificadora Colombina (Sagrada Família).

DE MINAS PARA O RIO


Depois de uma temporada de sucesso com a peça infantil “Café com leite”, o grupo juiz-forense Trupe Qualquer volta ao Rio de Janeiro para apresentar o espetáculo adulto “Um homem célebre”, entre 7 e 29 de novembro, no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), integrando a programação especial da Mostra Consciência Negra.

Com texto e direção de Rafael Coutinho, integrante-fundador do grupo, e supervisão do dramaturgo carioca Pedro Kosovski, a obra é inspirada em três contos de Machado de Assis: “A igreja do diabo”, “O espelho” e “Um homem célebre”, que dá nome à montagem.

NEGRITUDE


A oportunidade de ir ao Rio de Janeiro carrega um simbolismo geográfico e afetivo para o grupo mineiro. “É um privilégio enorme encenar Machado de Assis no coração da cidade onde o Bruxo do Cosme Velho viveu e criou sua literatura imortal”, afirma Coutinho.

A encenação resgata a negritude e a ancestralidade de Machado de Assis como chave crítica fundamental para compreender as crises existenciais e as contradições sociais presentes em seus personagens e contos.

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NOITE DE AUTÓGRAFOS
Leônidas Oliveira lança o livro “Manual da mineiridade — Fundamentos para conhecer Minas Gerais”, em 30 de novembro, na Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), às 19h. O prefácio é do músico Rogério Flausino.

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