A abertura da exposição “Marlene Barros: tecitura do feminino” movimentou o Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte, reunindo artistas, curadores, produtores culturais e representantes de espaços ligados à arte e à cultura da capital. A mostra da artista maranhense Marlene Barros transforma práticas têxteis em potente discurso poético e político sobre o feminino, o corpo e a memória, com curadoria de Betânia Pinheiro. A exposição segue em cartaz no CCBB-BH até 1º de junho, com entrada gratuita.


• CAHIERS DU CINÉMA

A revista francesa Cahiers du Cinéma, a mais importante publicação mundial dedicada à sétima arte, destacou o Cine Humberto Mauro, uma das salas mais tradicionais de Minas Gerais. O texto “Lugar da vida cinéfila”, assinado por Claire Allouche, destaca o espaço que funciona no Palácio das Artes como polo de referência local e nacional. A crítica e pesquisadora francesa esteve duas vezes no Cine Humberto Mauro, em 2015 e 2024, e outra no início deste ano, na inauguração do Cineclube Ibero-americano Permanente.

• ENTRADA GRÁTIS

Inaugurado em 1978, o Cine Humberto Mauro é nomeado em homenagem ao diretor mineiro que foi um dos pioneiros do cinema no país. Com 129 lugares, possui equipamentos de som Dolby Digital e para exibição de filmes em 3D e 4K. O espaço oferece sessões e atividades ao longo de todo o ano, sempre com entrada gratuita.


• LIVRO PARA TODOS

A partir deste mês de março, dois projetos permanentes (“Educativo lê – clube do livro” e “Leituras cruzadas – visita mediada literária”) entram no novo programa CCBB Educativo: Mediações em Movimento. O primeiro vai se debruçar sobre uma obra literária e promover bate-papos mensais voltados a adultos, conduzidos por especialistas convidados. O livro deste mês será “Espinosa”, de Livia Garcia-Roza, com roda de conversa no dia 18, das 19h às 20h, com a doutoranda em literatura pela UFMG Ana Luísa Nardin e o cineasta Gabriel Marchesini Palma.

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• INFANTOJUVENIL

Já “Leituras cruzadas”, que estreia no dia 28 na nova exposição “Meme: no Br@sil da memeficação”, vai propor um percurso pelas galerias do CCBB, conduzido por um educador, a partir da narrativa de um livro. Trechos serão lidos em voz alta junto com os participantes, criando conexões entre palavra e imagem, tornando a experiência estética compartilhada e imersiva. Para completar a agenda literária, o “Livro aberto” retorna ao centro cultural, convidando o público infantojuvenil e famílias a participarem de leituras em voz alta, comandadas por um educador, nas salas do Educativo. Realizado aos fins de semana e feriados, o “Livro aberto” se pauta em obras conectadas com as exposições em cartaz e com temas patrimoniais.

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