Sexta-feira (6/2)
A Campanha de Popularização Teatro e Dança entra em seu último fim de semana. Entre as opções imperdíveis, “A obscena Senhora H - Paixão e obra de Hilda Hilst”.
Monólogo com a atriz Luciana Veloso, a montagem reconta episódios biográficos da destacada escritora brasileira Hilda Hilst (1930-2004), durante a criação de um de seus mais aclamados livros, “A obscena Senhora D”.
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Com direção de Juarez Guimarães Dias, que também assina o texto, a peça tem única sessão nesta sexta-feira, às 20h, no teatro do Centro Cultural Unimed - BH Minas (Rua da Bahia, 2.244, Lourdes). Ingressos a R$ 25, no site da Campanha.
Sábado (7/2)
Peça premiada no 1º Festival de Monólogos Latino-Americano de Cuba e 8º Festival Nacional de Teatro de Limeira, “Apareceu a Margarida” também faz sua despedida da Campanha de Popularização Teatro e Dança. Serão apresentações no sábado e no domingo, às 20h, na Funarte MG (Rua Januária, 68, Centro). Os ingressos, disponíveis no site da Campanha, custam R$ 25.
Domingo (8/2)
Carlos Nunes chega como o seu “Francisco de Assis - do Rio ao Riso” no encerramento da Campanha de Popularização de Teatro e Dança. Com texto de Márcio Alves, o espetáculo conta a história do santo e do homem genial que Francisco foi. Carlos Nunes também assina a direção. Única apresentação no domingo, às 19h, no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil (Praça Sete, Centro). Os ingressos podem ser adquiridos no site da Campanha, a preço especial de R$ 25.
Segunda-feira (9/2)
A percussão dos blocos está cada vez mais forte, mostrando que já já o carnaval toma conta da cidade. Para quem quiser aproveitar uma das exposições em cartaz na capital mineira, vale visitar “Yoshitaka Amano - Além da fantasia”, no Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450, Funcionários.
O acervo reúne 218 obras do artista japonês, incluindo pinturas, ilustrações originais, objetos e uma sala imersiva desenvolvida para ampliar a experiência sensorial do público. A visitação está aberta de quarta a segunda-feira, das 10h às 22h, com ingressos gratuitos retirados na bilheteria.
Terça-feira (10/2)
Outra exposição que está no radar da coluna, “Ecosofias”, pode ser visitada na CâmeraSete - Casa de Fotografia de Minas Gerais (Avenida Afonso Pena, 737, Centro). Oportunidade de admirar obras dos fotógrafos João Castilho e Pedro David, que também assinam a curadoria da mostra, Ana Regina Nogueira, Chloé Azzopardi, Davi de Jesus do Nascimento.
Participam ainda Fede Ruiz Santesteban, Irina Werning, Kazuaki Koseki, Leon Hirszman, Layla Motta, Mara Sánchez Renero, Valentina Tong e Walter Firmo.
Os artistas apresentam fotos analógicas, em 35mm e 120mm; fotos digitais; de grande formato; coloridas e em preto e branco; fotografias orgânicas, feitas sem câmera; fotos em colagem; reprodução das páginas da revista “Realidade”, clássico do jornalismo brasileiro dos anos 1960 e 1970; e assemblagem, um tipo particular de colagem, feita com objetos tridimensionais, que, no âmbito da fotografia, são registrados pela máquina.
Visitação aberta de terça-feira a sábado, das 9h30 às 21h, sem necessidade de retirada de ingressos.
Quarta-feira (11/2)
Impossível perder a performance de um dos maiores talentos do violão brasileiro. Juarez Moreira (violão e guitarra) acompanhado por Kiko Mitre (baixo) e André “Limão” Queiroz (bateria) tocam quarta-feira, no Clube de Jazz Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 47, Savassi).
No repertório, o melhor da música instrumental brasileira. O primeiro set está previsto para as 20h, e o segundo, para as 21h30. Ingressos para a área interna a R$ 40 e área externa a R$ 20.
Quinta-feira (12/2)
Para reviver a história da televisão em Minas Gerais, ótima opção é visita ao Museu da Imagem e do Som (Avenida Álvares Cabral, 344, Lourdes) onde está em cartaz a exposição “70 anos da pioneira de Minas: A TV Itacolomi em fotos”, uma homenagem ao canal fundado por Assis Chateaubriand.
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A mostra reúne registros fotográficos de Carlos Fabiano – à época funcionário da emissora – que circulava pelos estúdios com sua câmera em punho e olhar atento. As imagens revelam os primeiros passos da televisão em Minas Gerais, entre os anos 1956 e 1963, a partir de registros raros de programas, bastidores e personagens que marcaram a história da televisão mineira. A visitação à exposição é gratuita, de quarta a sábado, das 10h às 18h.
