Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem, faça o seu cadastro grátis aqui.
Informe seus dados para criar uma conta:
Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:
de R$ 9,90 por apenas
R$ 1,90
nos 2 primeiros meses
Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você.
Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.
Resultados
26 Resultados
Ciência
Iluminação viva nas cidades: como microalgas e organismos bioluminescentes podem mudar a energia urbana e o clima do planeta
Luz viva de algas bioluminescentes transforma cidades em sumidouros de carbono, reduzindo CO e poluição luminosa com iluminação sustentável
Nova tecnologia com algas magnéticas promete eliminar microplásticos da água e ajudar a proteger a saúde humana
Algas magnéticas caçam microplásticos e salvam oceanos e sangue humano, unindo nanotecnologia e natureza em uma revolução ambiental
TRIÂNGULO MINEIRO
Prefeito denuncia grande quantidade de algas no Rio Paranaíba
Ele comenta que o turismo e o comércio estão sendo atrapalhados pelo aumento de algas no curso d’água
Animais
Cientistas recriam estrela-do-mar para salvar algas nos EUA
Cientistas recriam estrela-do-mar predadora para salvar algas da Califórnia
Lebre-negra do mar: gigante e especialista em dar susto na areia
A lesma-negra do mar, também chamada de lebre-do-mar, é um molusco marinho de grande porte, corpo mole e coloração escura, comum em regiões costeiras do mundo, inclusive no litoral brasileiro. Vive principalmente em áreas rasas com algas, como costões rochosos, fundos arenosos e ambientes estuarinos, onde se desloca lentamente e pode, ocasionalmente, nadar curtas distâncias. Apesar da aparência exótica, trata-se de um animal inofensivo para humanos, despertando curiosidade quando aparece encalhado na areia.
Flipar
Algas marinhas clones se espalham por 500 km e preocupam cientistas
Algas marinhas que são clones se espalham por 500 km e preocupam cientistas